Diabetes: prevenção e informação - Parte 2
Janeiro 22, 2008 de luoncken
Faltam programas
O Ministério da Saúde criou, em 2001, o HIPERDIA, um Sistema de Cadastramento e Acompanhamento de Hipertensos e Diabéticos captados no Plano Nacional de Reorganização da Atenção à hipertensão arterial e ao Diabetes Mellitus, em todas as unidades ambulatoriais do Sistema Único de Saúde, gerando informações para os gerentes locais, gestores das secretarias municipais, estaduais e Ministério da Saúde.
A idéia é que, além do cadastro, o sistema permita o acompanhamento, a garantia do recebimento dos medicamentos prescritos. Segundo o Ministério, a médio prazo, a expectativa é que seja definido o perfil epidemiológico desta população, e o conseqüente desencadeamento de estratégias de saúde pública para levar a mudanças no quadro atual e à melhoria da qualidade de vida dessas pessoas, além da redução do custo social da doença.
Mas o governo federal alega que as secretarias municipais e estaduais de saúde não têm aderido ao sistema como deveriam, ou seja, não têm realizado o cadastramento dos pacientes, dificultando a elaboração de um Programa Nacional para o Diabetes. “O HIPERDIA foi criado, em 2001, para ser obrigatório. Porém, em 2006 identificamos um número muito baixo de pacientes cadastrados, e percebemos que a portaria não estava funcionando direito”, informou a coordenadora nacional do HIPERDIA, Rosa Sampaio, durante a I Oficina Latino-Americana de Trabalho sobre Educação em Diabetes, realizada em Brasília, em junho de 2007.
O programa atual é focado na distribuição de medicamentos. E, mesmo assim, não chega a todos, e não dá acesso às novas terapias. A lei federal Lei 11.347, que entrou em vigor em setembro do ano passado, dispõe sobre a distribuição gratuita de medicamentos e materiais necessários a sua aplicação e à monitoração da glicemia capilar aos portadores de Diabetes inscritos em programas de atenção aos diabéticos. Logo em seguida à promulgação da lei, os portadores de diabetes tipo 1 passaram apuros com a falta de insulina NPH nos postos de distribuição. Na prática, a lei ainda não é respeitada. E há os que têm de apelar para ações judiciais para garantir o tratamento gratuito. No Estado de São Paulo, a lei 10.782, já obriga desde 2001 o Estado a garantir medicamentos e outros insumos para pacientes diabéticos.
Para o presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Marcos Tambascia, endocrinologista da Universidade de Campinas (Unicamp), o programa é focado na distribuição de medicamentos porque é justamente aí que se encontra o maior impacto para o doente. Por se tratar de uma doença crônica, o custo do tratamento acaba pesando no orçamento familiar. No entanto, Tambascia destaca que existe uma série de medicamentos que ainda não são disponibilizados pelo governo e que teriam uma boa resposta no paciente.
A falta de recursos adequados também é uma preocupação da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). O presidente da seção São Paulo da SBEM, Osmar Monte, professor adjunto de Endocrinologia e Metabologia da Santa Casa de São Paulo, ressalta as terapias com análogos da insulina, ou mesmo a bomba de insulina, que não estão inclusos no programa do governo.
Uma saída pode ser o estudo que a SDB está preparando, visando equilibrar a conta. “Estamos fazendo um estudo de farmacologia, levantando o custo do tratamento e o seu impacto nas políticas governamentais, para então propor um programa que diminua os gastos a longo prazo”, ressalta. A lógica é que um investimento maior no presente pode representar uma diminuição de gastos a longo prazo, porque os resultados do tratamento retardariam complicações responsáveis por um custo financeiro e social elevados para os cofres públicos.
EM 1º LUGAR GOSTARIA DE PARABENIZÁ-LOS POR ESTE ESPAÇO O QUAL PERMITE QUE INTERNAUTAS POSSAM OBTER INFORMAÇÕES SOBRE UMA DOENÇA TÃO EVIDENTE NOS DIAS DE HOJE..QUE É O DIABETES.
MINHA PERGUNTA: SEI QUE O MINISTÉRIO DA SAÚDE GARANTE ALGUMAS MEDICAÇÕES PARA O TRATAMENTO DE HIPERTENSÃO E DIABETES PORÉM A MINHA DÚVIDA É SE OS PACIENTES QUE FAZEM USO DE INSULINA TEM DIREITO A RECEBER, ALÉM DESSA MEDICAÇÃO, AS SERINGAS MILIMETRADAS?OU O MS SÓ BANCA AS MEDICAÇÕES? ATÉ PQ A NECESSIDADE DO USO DIÁRIO DESSE MEDICAMENTO TORNA ONEROSO A AQUISIÇÃO DESSE MATERIAL(SERINGAS).MEUS CUMPRIMENTOS E ATENCIOSAMENTE. SOCORRO MENDES
oi, adorei este espaço, parabens, vc esta ajudando muita gente a ficar mais informado.
att silvana
OLA TUDO BEM TRABALHO NO PROGRAMA DO HIPERDIA DE FOZ DO IGUAÇU GOSTARIA Q SE POSSIVEL ME MANDASSE UNS FOLHETOS PARA
Q EU POSA DESTRIBUIR AOS PACIENTES E TMB
CARTERINHAS PARA HIPERTENSOS PORQUE FICA DIFICIL CADASTRA-LOS E NAO OFERECERMOS NADA
ACHO Q TEM HAVER UMA TROCA NO ATO DO CADASTRAMENTO POIS OS MESMO FICAM FELIZES
QUANDO OFEREÇO UM SIMPLES PEDAÇO DE PAPEL C ANOTAÇAO SO DOS DADOS DOS MESMO CASSO NAO
SEJA COM VCS ME ORIENTA ONDE POSSO ADQUIRI-LAS DESDE JA AGRADEÇO
MARILIA TORQUATO
OLA TUDO BEM TRABALHO NO PROGRAMA DO HIPERDIA DE FOZ DO IGUAÇU GOSTARIA Q SE POSSIVEL ME MANDASSE UNS FOLHETOS PARA
Q EU POSSA DESTRIBUIR. AOS PACIENTES E TMB
CARTERINHAS PARA HIPERTENSOS PORQUE FICA DIFICIL CADASTRA-LOS E NAO OFERECERMOS NADA
ACHO Q TEM HAVER UMA TROCA NO ATO DO CADASTRAMENTO POIS OS MESMO FICAM FELIZES
QUANDO OFEREÇO UM SIMPLES PEDAÇO DE PAPEL C ANOTAÇAO SO DOS DADOS DOS MESMO CASO NAO
SEJA COM VCS ME ORIENTA ONDE POSSO ADQUIRI-LAS DESDE JA AGRADEÇO
MARILIA TORQUATO