Hoje é o dia… #DiaMundialdoDiabetes. Quais são nossos desafios?

Hoje, eu dei uma entrevista para um canal chamado CNT sobre diabetes. Fazia tempo que não era procurada. Relutei, ia indicar outra pessoa, mas acabei topando. Foi bom. Faz tempo que não escrevo por aqui. Tenho tido muito desafios de um tempo para cá, que tento equilibrar com os cuidados com o diabetes. Não. Não é fácil: maternidade, casa, trabalho, clientes… Mas vamos indo.

Tem uma coisa que me incomoda. Que penso ser nosso maior desafio: tornar o tratamento de qualidade acessível a todos. Eu vou lá, posso comprar o melhor glicosímetro, abastecê-lo com as fitas, quando necessário. Posso medir algumas vezes por dia. Pesa no bolso? Sim, pesa. Mas fico pensando nas pessoas que não têm acesso ao aparelho, aos insumos, às insulinas. A gente até “vende” a ideia de que viver com diabetes é possível. Sim, é. Mas com apoio, com suporte, com atendimento e orientação de uma equipe multidisciplinar… Não é o que temos. Está longe da realidade.

Recebi um convite da jornalista Vanessa Pirolos (ADJ), hoje, e aceitei. Uma audiência pública sobre a Precisão dos Glicosímetros entregues em postos de saúde. Um tema de extrema importância. Como conseguir um mínimo de controle se os aparelhos entregues não podem garantir precisão? Convido a todos a participar: clique aqui.

Outra iniciativa lançada há alguns anos pelos blogueiros de diabetes é uma campanha para que o teste do dedo faça parte do protocolo em pronto-atendimentos. Eu mesma fui ao PA esses dias, por conta de uma amigdalite, e fiquei esperando a enfermeira do pré-atendimento pelo menos perguntar se eu tinha diabetes. Ela não perguntou. Teste então… Isso porque que eu estava em um dos hospitais mais renomados de São Paulo. E por esse Brasil adentro?

Não posso deixar de destacar o trabalho da blogueira Luana Alves, do “A Diabetes e eu” e o Mapa do Descaso, onde ela rastreia onde faltam insumos para o tratamento e controle da doença. Vale a pena conferir:

Tem todo o trabalho e engajamento da Sarah Rubia Baptista, também blogueira, do “Eu, meu filho e o diabetes

Todo blog, entidade, associação, pessoa que se dispõe a falar sobre diabetes de forma responsável, espalhando informações sérias, experiência e vivências merecem nosso agradecimento. É assim que se muda comportamento, que se conquista melhores condições para todos.

Que possamos fazer a nossa parte para que cada vez mais pessoas tenham acesso à informação em diabetes e, mais que isso, a um tratamento digno.

#diamundialdodiabetes

 

 

Diabetes: abordagens “chocantes” dão resultado?

Imagine você entrar em uma loja e dar de cara com esta parede? Não sacou ainda o que é? É uma espécie de IML de pés. Ou um cemitério de pés. Sim, isto mesmo! São sapatos de pessoas que tiveram de amputar o pé por conta do diabetes mal controlado. Eu achei bem chocante. Incomoda. Faz refletir? Ou deprime? O que você acha? Você é a favor de abordagens chocantes?

pesmortos

A foto, de uma loja de Londres, foi postada por um amigo meu, o Danilo Janjacomo, que me marcou. Não tem jeito, sempre que alguém que me conhece vê alguma coisa relacionado ao diabetes, é automático, sempre lembram de mim. A mensagem no tag traz o nome, o gênero, a idade da pessoa no momento da amputação, e a data em que ocorreu. A mensagem em baixo diz: “Este sapato representa um dos 136 pés perdidos por causa do diabetes a cada semana na Inglaterra”. A campanha alerta para a importância dos exames de diagnóstico.

Bom, se já me choquei com a imagem acima, a de baixo me fez sofrer!

A campanha foi criada para uma associação de diabetes da Tailândia, pelo desinger thai, Nattakong Jaengsem, intitulada Sweet Kills (doces assassinos, em tradução livre). A intenção foi chamar a atenção sobre o impacto do diabetes descontrolado na cicatrização e o risco de complicações. São feridas feitas de doce.

Confesso minha ignorância sobre as taxas e impacto do diabetes na Tailândia. Na Inglaterra lá está: 136 pés dão adeus a seus donos a cada semana.

Particularmente não gosto de abordagens chocantes.

A primeira é mais discutível, passível de debate sobre se é ou não uma boa abordagem.Esta semana mesmo estava no cabeleireiro e falei em diabetes. Uma moça que estava lá ouviu e disse que tinha tido diabetes gestacional. Perguntei se o diabetes tinha progredido ou regredido após o nascimento da filha. A resposta? Ela não sabia dizer, porque não fez os exames. Mas ela tinha os seguintes sintomas: sede, urina várias vezes ao dia, sono, feridas que não cicatrizam desde dezembro (7 meses). Não sou médica, mas o diagnóstico é praticamente certo: ela tem diabetes! E mal controlado! Não disse isso a ela com essas palavras, mas a orientei a procurar seu médico o mais rápido possível e disse que todos os sintomas que ela citou são diabetes mal controlado. Pensando nessa persona, talvez, sim, uma abordagem chocante funcione.

Sabemos que mais da metade das pessoas que têm diabetes nem ao menos sabem que tem. As pessoas demoram em média 7 anos para descobrir o diabetes. Refiro-me ao diabetes tipo 2, já que o tipo 1 é muito mais sintomático, e o diagnóstico tardio pode ter graves consequências em curto prazo, enquanto o tipo 2, a longo prazo. Consequências incapacitantes: cegueira, neuropatia, nefropatia, problemas cardiovasculares, entre outras. E a temida amputação!

A segunda campanha é chocante? Muito. Uma pessoa recém-diagnosticada entraria em depressão ao se deparar com ela. Sei lá… Mas pode ter o poder de mostrar que não diagnosticar e não cuidar tem graves impactos. O problema dela é que reforça uma ideia totalmente errada, de que o açúcar é o grande vilão no surgimento do diabetes. Não é assim! Sabemos que o diabetes tipo 2 tem causas multifatoriais e comer açúcar não leva ao diabetes diretamente. O consumo alto de doces e açúcar estaria ligado ao aumento do peso, e consequentemente, ao diabetes. Mas tem outros fatores nessa conta: hereditariedade, estilo de vida (tabagismo, alimentação, sedentarismo).

Desconheço estudos que meçam a efetividade de campanhas negativas ou positivas, devem existir… Neste blog não uso óculos cor de rosa, mas continuo apoiando a abordagem positiva, o acesso à informação, a visão de que cuidando é possível viver com diabetes. E você?

Como monitorar melhor o seu diabetes?

Para Viver melhor com Diabetes, uma das melhores ferramentas é o monitoramento contínuo. Assim como em qualquer área da sua vida, uma doença crônica exige gestão. O monitoramento do diabetes é uma das ferramentas de gestão da doença. Não a única.

O que é o monitoramento em diabetes?

Você tem um monitor de glicose? Você usa o seu monitor ou ele está jogado na sua gaveta? Com que frequência? Você sabe a importância dessa prática? Você troca as informações sobre o seus resultados com o seu profissional de saúde? Vocês, juntos, decidem melhores estratégias de controle a partir desses resultados da glicemia? 

 

Anote suas glicemias

Hoje, muitos monitores trazem softwares super avançados que permitem um controle melhor e a interligação de informações. Esses relatórios, quando baixados em seus computadores podem ser compartilhados com os profissionais de saúde (médicos, nutricionistas, e outros) que fazem seu acompanhamento.

Se você não tem prática, não recebe nenhum insumo do SUS, e os gastos com o monitoramento são por sua conta, uma dica que eu dou, para os diabéticos tipo 2, é fazer todo mês uma semana de acompanhamento detalhado, com medidas de jejum, pré e pós-refeições e madrugada. Isso já é uma boa prática para acompanhar o diabetes, saber como sua glicemia se comporta com certos alimentos e situações (dormir menos, estresse, ansiedade, menstruação…). Já dá alguns bons indicativos de como agir e municiam o profissional de saúde com informações essenciais para o direcionamento da abordagem para o tratamento do diabetes.

Muitos falam do preço das fitas. Sim. Não é barato, mas é um investimento que vale a pena, porque poupa a sua saúde, ajuda a preservá-la e isso faz com que você se mantenha produtivo por mais tempo. Ao contrário, se não nos cuidamos, corremos o risco de perder nosso bem mais valioso: a nossa saúde.

Vamos cuidar? Vamos vencer o diabetes? Conte-nos a sua experiência no monitoramento e gestão da doença nos comentários.

**Note:** > O ano de 1922 foi marcante não só para a arte, mas também para a saúde. Foi neste ano que se foi aplicada a primeira insulina em um menono de 14 anos, um marco no tratamento do diabetes. >

Os primeiros monitores verificavam a glicose na urina. Um detalhe, o açúcar na urina só aparece quando a pessoa está com glicemia acima de 180 mg/dl.

Para melhor gestão do diabetes, monitoramento é essencial

Há duas semana, recebi da farmacêutica Abbott um monitor de glicose Free Style Libre para testar. Não só eu, mas um grupo de blogueiros de diabetes. A ideia da empresa era ter uma noção das impressões e dúvidas que podiam surgir neste grupo, a fim de trabalhá-las para o lançamento no mercado, que ocorre este mês. Uma prática comum em marketing. Não recebemos nada por isso, a não ser o kit do monitor + dois sensores, que o que será vendido para o público. Semana passada, estivemos todos juntos no evento de lançamento, na quarta-feira, dia 1 de junho, no Oscar Café, onde pude rever os blogueiros que conheço e conhecer pessoalmente alguns, como o Pablo Silva, do Eu e a Bete, do Rio, que faz um trabalho bem bacana nas redes sociais!

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Quando fui contatada, dei uma resistida, sabe? Não conseguia ver tanta utilidade nele, já que não faço uso de insulina, e não monitoro com tanta frequência quanto alguém com diabetes tipo 1. Meu tipo de diabetes é MODY, um diabetes genético (alteração cromossômica), em um outro post explico melhor. O fato é que trato com sulfa, hipoglicemiante oral, e tinha dificuldade de ver no monitor um número alto, e ficar sem saber o que fazer com ele. Na gravidez, quando estava alta, corrigia com insulina rápida e pronto. Hoje, é um pouco mais complexo corrigir, mas é possível.

A aplicação não dói absolutamente nada. Apesar de assustar um pouco, por conta do tamanho do aplicador. Coloca-se na parte de trás do braço. No começo, achei bem estranho andar com isso no braço para cima  e para baixo. Nos dois primeiros dias, cheguei a sentir um incômodo, mas passou. Amanhã, completo 14 dias, e até esqueço que estou com ele no braço.

Estranhei o primeiro banho, fiquei com medo que caísse devido a temperatura da água, mas não. Também sou super estabanada, já o bati algumas vezes na parede e ele continua lá. Durmo em cima do braço, e tudo bem, nada aconteceu.

O que aconteceu de verdade foi uma mudança no meu comportamento a partir do aumento no número de glicemias diárias. No jejum, antes e após as refeições. Dando de cara com a realidade, que não estava nada bonita, comecei a mudar meu comportamento, minhas escolhas alimentares. Como a minha alimentação melhorou nas últimas semanas! Porque afinal não dá para ver uma glicemia de 250 e não fazer nada. Foi o que aconteceu logo no meu primeiro final de semana. Fui almoçar com amigos. Glicemia pré-almoço: 250. E agora? Deixo de comer? Que nada! Vamos lá! Se eu não tivesse noção da minha glicemia, qual seria a minha escolha? Massa! Com a informação em mãos, o que eu fiz? Escolhi o buffet de salada: além das folhas, optei por carpaccio, rosbife, e muito pouco carboidrato (um pires de café de penne). Ainda fui de sobremesa diet: frozen yogurt com calda de goiabada diet. Glicemia uma hora após o almoço: 100. Glicemia três horas depois: 72. Quase hipo!

Baixei um aplicativo de contagem de calorias, e de nutrientes, chamado MyFitnessPall. Gostei muito! E fui controlando. Com isso, emagreci uns dois quilos.

A vantagem que senti foi essa: poder gerir melhor a doença. É como uma empresa, se a gente não a conhece a fundo, se não mergulha nas finanças, na administração de pessoas, em cada detalhe, não há como geri-la. Com o diabetes, a mesma coisa: se eu só fico sabendo o que está acontecendo com o  meu corpo quando vou ao médico, como poderei gerir a minha doença?

Tudo bem, eu concordo com você, o Free Style Libre tem um precinho ainda salgado, até porque se trata de uma nova tecnologia, e a empresa investiu tempo e dinheiro no desenvolvimento. Para quem tem diabetes tipo 2 e pode investir, acho super válido. Para quem não pode, minha sugestão é investir no método tradicional: ponta de dedo. Faça a ponta de dedo direto, pelo menos por uma semana (se der sempre, melhor), nos horários:   jejum, duas horas pós-café da manhã, antes do almoço, duas horas depois do almoço, antes do lanche da tarde, duas horas após; antes do jantar e duas horas após. Se der, faça uma na madrugada. Leve ao seu médico, se tiver acompanhamento com nutricionista, para ele também, para avaliarem juntos os dados, e decidirem juntos as mudanças necessárias no seu tratamento.

Tome as rédeas da sua vida! Controle, monitore o seu diabetes!

Quer saber mais sobre o Free Style Libre e sua tecnologia, como faz para comprar, dúvidas técnicas, leia abaixo o release:

As rotineiras1 picadas no dedo são coisa do passado parabrasileiros com diabetes

PRODUTO EXCLUSIVO NO MERCADO, FREESTYLE® LIBRE NÃO REQUER CALIBRAÇÃO2, APRESENTA

RESULTADO DA GLICOSE EM TEMPO REAL E GUARDA 96 MEDIDAS DE GLICOSE A CADA 24 HORAS

São Paulo, 2 de junho de 2016 – A Abbott, empresa global de cuidados para a
saúde, lança no mercado brasileiro o FreeStyle® Libre, uma nova tecnologia
revolucionária de monitoramento de glicose para as pessoas com diabetes. Com
aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Agência Nacional
de Telecomunicações (Anatel), o produto é a única solução do mercado que livra o
paciente da rotina1 diária de picadas no dedo.

O FreeStyle® Libre é composto de um sensor e um leitor. O sensor é redondo, tem o
tamanho de uma moeda de 1 real e é aplicado de forma indolor na parte traseira
superior do braço. Este sensor capta os níveis de glicose por meio de um
microfilamento (0,4 milímetro de largura por 5 milímetros de comprimento) que, sob a
pele e em contato com o líquido intersticial, mensura a cada minuto a glicose presente
no líquido intersticial. O leitor é escaneado sobre o sensor e mostra o valor da glicose
medida em menos de um segundo.

Para fazer o monitoramento, o paciente precisa apenas passar o leitor sob
a superfície do sensor e a medida da glicose aparece na tela do aparelho.
A leitura pode ser feita mesmo sobre a roupa3. Cada sensor pode
permanecer no braço do paciente por até 14 dias consecutivos, sem que
seja necessário trocá-lo. Além disso, nenhuma picada no dedo é necessária
para a calibração2, outro diferencial importante no sistema de
monitorização contínua de glicose.

“O novo monitor contribui para que as pessoas com diabetes tenham mais liberdade
para aproveitar uma vida saudável e ativa, trazendo mais conforto à rotina de controle
da glicose”, diz Sandro Rodrigues, Country Manager da Divisão de Cuidados para
Diabetes da Abbott no Brasil.

Cada leitura do aparelho sobre o sensor apresenta um resultado de glicose em tempo
real, trazendo um histórico das últimas 8 horas e a tendência da glicose, se está
subindo, descendo ou se mantendo estável. “É muito diferente dos glicosímetros
convencionais, que conseguem registrar apenas um retrato estático do nível glicêmico
feito no momento da picada. O FreeStyle® Libre faz uma leitura contínua, o que pode
influenciar muito no acompanhamento individual do diabético e, o melhor, sem
precisar de picadas doloridas nos dedos. Ao fazer com que o paciente participe mais do
controle da doença, a tecnologia também acaba estreitando a relação médico/paciente,
o que é muito saudável”, explica Rodrigues. O leitor tem capacidade para
guardar até 90 dias de dados.

News Release
De acordo com dados da Federação Internacional de Diabetes (FDI), em todo o mundo mais de 400 milhões de pessoas têm a doença e um alto percentual vive em países em desenvolvimento4. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, já são cerca de 14 milhões de pessoas com diabetes e, a cada dia, aparecem 500 novos casos5. Segundo levantamento da Sociedade Brasileira de Diabetes, com base em números do Ministério da Saúde, 90% desses pacientes são portadores do diabetes tipo 2. Os 10% restantes são do tipo 16.

O Sistema FreeStyle® Libre é projetado para atender às necessidades de todos os diabéticos, tanto do tipo 1 como do tipo 2. Voltado exclusivamente para maiores de 18 anos.

Para que o consumidor tenha prioridade na compra, basta acessar http://www.freestylelibre.com.br e preencher um cadastro. “Neste primeiro momento, optamos pela venda exclusiva online. Nosso objetivo é ter capacidade para atender, com agilidade, pacientes em qualquer região do país”, destaca Rodrigues.

As principais características do Sistema Flash de Monitoramento da Glicose – FreeStyle® Libre são:

  • Não requer calibração com a ponta de dedo.
  • Sensor resistente à água7 e descartável, que deve ser usado na parte traseira superior do braço por até 14 dias.
  • As leituras de glicose podem ser feitas várias vezes ao dia, conforme necessário ou desejado.
  • O leitor guarda 96 medidas de glicose a cada 24 horas.
  • Cada scan do leitor sobre o sensor traz uma leitura de glicose atual, um histórico das últimas 8 horas e a tendência do nível de glicose.
  • Estes dados permitem que paciente e profissionais de saúde tomem decisões mais assertivas em relação ao tratamento do diabetes. Perfil Ambulatorial da Glicose (AGP – Ambulatory Glucose Profile) A maioria das pessoas com diabetes não está atingindo seus objetivos em relação ao nível de glicose8,9,10, muitas vezes porque os dados gerados por seus medidores não fornecem uma imagem clara de onde sua glicose estava até pouco antes da leitura, ou por desconhecerem como suas ações impactam seus níveis de glicose.O Sistema FreeStyle® Libre oferece aos usuários e seus médicos o Perfil Ambulatorial da Glicose (AGP), um relatório visual de um dia típico das pessoas, utilizando os dados de glicose revelando tendências hipoglicêmicas e hiperglicêmicas para facilitar uma melhor terapia e educação do paciente. Os dados são apresentados de forma simplificada e bastante amigável, visualmente por meio de um gráfico que proporciona aos médicos a possibilidade de vincular as tendências dos níveis da glicose para auxiliar na tomada de decisão clínica, permitindo uma discussão mais produtiva entre médicos e pacientes. Um estudo recente11 conduzido pela Abbott mostrou que a precisão do Sistema FreeStyle Libre® foi clinicamente comprovada, ficando estável e consistente ao longo de 14 dias sem a necessidade de picadas rotineiras1 no dedo para calibração.

    Sobre a Abbott
    Na Abbott, estamos comprometidos a ajudar você a viver da melhor maneira possível, por meio do poder transformador da saúde. Por mais de 125 anos, apresentamos ao mundo produtos e tecnologias inovadores – em nutrição, diagnóstico, dispositivos médicos e medicamentos de marca -, criando mais possibilidades, para mais pessoas,
    em todas as fases de suas vidas. Hoje, somos 74 mil colaboradores, em mais de 150 países, trabalhando para ajudar as pessoas a viver mais e melhor.

    Presente no Brasil há 79 anos, a Abbott trabalha para proporcionar às pessoas um melhor acesso a soluções médicas e de saúde inovadoras, contribuindo para o desenvolvimento dos cuidados para a saúde em todo o país. No Brasil, a empresa emprega aproximadamente 1.400 colaboradores em áreas como produção, pesquisa e desenvolvimento, logística, vendas e marketing. As principais unidades da Abbott no país ficam em São Paulo e Rio de Janeiro, cidade onde está o parque fabril da empresa.

    Acesse http://www.abbottbrasil.com.br e fique em contato conosco pelo Facebook/Abbott Brasil.

Referências 1. Circunstâncias nas quais o teste de ponta de dedo é necessário para conferir as leituras da glicose do Sistema Flash de Monitoramento da Glicose: durante períodos de rápida alteração nos níveis da glicose (a glicose do fluido intersticial pode não refletir com precisão o nível da glicose no sangue). Para confirmar uma hipoglicemia ou uma iminente hipoglicemia registrada pelo sensor. Quando os sintomas não corresponderem às leituras do sistema flash de monitoramento da glicose. 2. Bailey, T., Bode, B. W., Christiansen, M. P., Klaff, L. J., & Alva, S. (2015). The Performance and Usability of a Factory-Calibrated Flash Glucose Monitoring System. Diabetes Technology & Therapeutics.
3. O leitor pode escanear através da roupa com espessura de até 4 mm.
4. Federação Internacional de Diabetes (FID). Off to the right start. Dia Mundial do Diabetes. Guidebook 2014. Site. [Acessado em abril. 2015]. Disponível em http://www.idf.org/sites/default/files/wdd-guidebook-2014-en.pdf
5. Ministério da Saúde. Insulinas análogas de longa ação Diabetes Mellitus tipo II. Relatório de Recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS – CONITEC – 103. 2014:15.
6. Sociedade Brasileira de Diabetes. Site do Dia Mundial do Diabetes. [Acessado em abril. 2015]. Disponível em http://www.diamundialdodiabetes.org.br/2015/04/24/dia-mundial-do-diabetes-2014-press-release-2014/
7. O sensor é resistente à água em até 1 metro de profundidade. Não mergulhar por mais de 30 minutos.
8. Davies M. The reality of glycaemic control in insulin treated diabetes: defining the clinical challenges. Int J Obes Relat Metab Disord 2004;28 Suppl 2:S14–22. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15306833
9. Del Prato S, Felton AM, Munro N et al. Improving glucose management: 10 steps to get more patients with type 2 diabetes to glycaemic goal. Int J Clin Pract 2005;59:1345–55. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16236091
10. Alvarez Guisasola F, Mavros P, Nocea G et al. Glycaemic control among patients with type 2 diabetes mellitus in seven European countries: findings from the Real-Life Effectiveness and Care Patterns of Diabetes Management (RECAP-DM) study. Diabetes Obes Metab 2008;10 Suppl 1:8
11. Data on File, Abbott Diabetes Care Inc, Clinical Report: Evaluation of the Accuracy of the Abbott Sensor-Based Interstitial Glucose Monitoring System 2014
RMS ANVISA: 80146501903 / ANATEL – 4072-14-9992.

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Movimente-se. Tempo de tela está relacionado a maus hábitos alimentares e desenvolvimento de doenças

Responda rápido! O que o seu filho mais gosta de fazer?

Provavelmente ele passa mais tempo em frente a uma tela do que você gostaria. E você? Como tem passado seu tempo em casa? Em frente a uma tela também? Bom, crianças imitam comportamentos dos pais e precisam de incentivo.

Que tal ajudar seus filhos a praticar atividades que requeiram esforço físico? Promova uma corrida de bicicleta, leve-os ao parque, junte os amiguinhos para jogos de futebol. Limite o tempo da TV, do computador ou smartphones. Essas atividades roubam tempo precioso que poderia ser usado para se exercitar.

Existem motivos consistente para começar a mudar seu estilo de vida e influenciar positivamente a sua família. Estudos mostram que o tempo que passamos diante das telinhas tem impacto sobre nossos hábitos alimentares, além de o simples fato de estar parado aumentar riscos cardiovasculares e metabólicos.

Um desses estudos foi publicado no Journal of Human Nutrition and Dietetics, e conclui que hábitos alimentares saudáveis estão relacionados com um maior grau de atividade física diária, enquanto o comportamento sedentário (tempo excessivo em frente das telas) afeta a nossa conduta alimentar de forma negativa.

Precisamos lembrar que práticas de marketing para os alimentos e para as bebidas se intensificaram nos últimos anos, especificamente aquelas que têm como alvo as crianças que passam horas em frente da televisão. São bastante comuns anúncios de alimentos hipercalóricos e refrigerantes de baixo custo sem nenhum valor nutricional. Isso, é claro influencia o consumo. 

Além disso, alguns especialistas alertam para a questão da distração. As pessoas vão assistindo TV ou fazendo outra atividade diante da tela e vão beliscando, sem perceber que já estão satisfeitos.

Uma outra pesquisa publicada no American Journal of Preventative Medicine chegou a conclusão de que, com a diminuição do tempo de tela, a qualidade dos hábitos alimentares aumenta em todas as faixas etárias, desde crianças em idade pré-escolar até os adultos,e tanto no sexo masculino como no feminino.

Em populações adultas, há evidência científica significativa associando comportamentos sedentários (incluindo o tempo excessivo que se passa em frente da televisão), a muitas doenças crônicas, como por exemplo, cardiopatias e diabetes, consideram os pesquisadores.

Em crianças, muitos estudos têm indicado que o tempo em frente de é associado a fatores de riscos relacionados com doenças não transmissíveis como a obesidade, aumento da pressão arterial e a dislipidemia.

Os especialistas recomendam a quem trabalha em frente a tela e precisa passar muito tempo diante dela, que reservem um tempo a cada uma hora para se movimentar. Hoje, existem aplicativos que te lembram de ficar em pé de hora em hora.

Ainda tem dúvida de que se movimentar é garantir um futuro melhor?

Overweight woman with her son running together.

Overweight woman with her son running together.

Pés: cuidados especiais

  Esta semana fui à podóloga. Tenho uma péssima mania para quem tem diabetes: andar descalça. Meu pé, já ressecado por conta do diabetes, fica judiado. Tadinho. Em cima, ele é lindinho. Em baixo, tem rachadura, fissura, ressecamento até não poder mais. Nem preciso dizer que levei bronca. Pelo risco de infecção ao andar descalça e ter descontrole e problemas decorrentes. Temos de cuidar bem dos nossos pezinhos. Isso inclui hidratação, por fora, com creme, e interna, o que significa beber muita água. E usar um sapatinho de pano dentro de casa, é mais do que aconselhável. Também evitar palmilhas de borracha, como de chinelos, que ressecam ainda mais. Uma visita ao podólogo pelo menos uma vez por mês para completar os cuidados. E você? Cuida dos pés? Como? 

Viver bem com diabetes é fácil?

É comum me perguntarem se é fácil viver com diabetes. Minha resposta foi que essa é uma pergunta com múltiplas respostas. Eu não posso dizer que é simples, não é. Não posso dizer que é fácil. Porque não é. Exige muito autoconhecimento, uma busca interna. Por isso minha página não chama Viver bem com Diabetes, mas simplesmente Viver com Diabetes. Tem momentos mais fáceis, outros mais difíceis. Cheio de altos e baixos. A resposta é que vale a pena tentar, e persistir. Existirão momentos mais tranquilos e os mais difíceis. É como a vida. No geral, eu convivo bem. Mas tenho consciência que não é assim para todo mundo. E respeito isso.12112146_1211050882245771_1759201069581451437_n