Arquivo mensal: dezembro 2006

The BOBs

Caro leitor,

Não quero ser chata, mas agora que você já está por aqui, que tal clicar no The BOBs e me indicar para a premiação de 2007. O Best Of The Blogs é o Oscar dos blogs e também uma lista dos blogs de referência. É uma premiação super séria. Além disso, no The BOBs vocês vão poder conhecer outros ótimos blogs do mundo inteiro.

Aguardo as indicações. Clique aqui.

Disciplinada

Gente, estou muito feliz com o meu blog. Cheguei ao Top 10! Mas o melhor mesmo é que estou muito mais controlada com o meu diabetes. Percebi que, depois que criei este blog, estou mais disciplinada, tenho tomado o remédio direitinho, todos os dias, tenho controlado melhor o horário das minhas refeições, tenho me percebido melhor, tomado mais consciência do meu estado.

Estou muito feliz com este resultado. Feliz com o reconhecimento. Feliz comigo mesma. Feliz com você.

Neste 2007, quero continuar com este projeto e ampliá-lo. Quero contar com você nesta jornada.

Obrigada.

Um 2007 doce com toda doçura que se pode ter nesta vida.

Mody

Nos últimos dias, desde domingo, tenho feito um controle mais rigoroso do meu diabetes. Comecei a usar aparelho de fazer o teste de ponta de dedo, esquecido na gaveta, sem bateria. E tenho constatado uma coisa estranha. Minha taxa é sempre levemente alta no jejum da manhã, mas a pós-prandial está sempre, sempre normal. Estou achando que tenho um tipo de diabates chamada de diabetes “mody”, que se subdivide em seis tipos conhecidos. O meu tem características de diabetes tipo mody 2. O diabates mody é resultado de uma alteração genética.

O médico André Fernandes Reis, do Núcleo de Diabetes do Laboratório Fleury, explica detalhadamente o que é este tipo de diabates e como se caracteriza. No entanto, para ter certeza, é preciso fazer um exame específico, porém muito caro.

Você pode se informar melhor sobre este tal diabetes mody no site do Fleury.

Procure pelos sites especiais e você vai encontrar informações muito interessantes.

Negação

Negar a doença é bem comum no caso de diagnóstico de diabetes, mais do que se imagina. E pode ser bem perigoso para o tratamento. Acho até que sofro um pouco disso, e por este motivo esqueço de tomar o remédio. É chato depender de remédio, ter de tomá-lo todo o dia.

Negar a doença é agir com displicência. Não tomar os cuidados básicos. Agir como se não tivesse nada.

Como hoje tenho mais consciência disso, tento agir de maneira mais sensata. Mas houve uma época em que eu andava meio revoltada. Para você ter uma idéia, cheguei a suspender o remédio, achando que eu não ia mais precisar dele, que podia me libertar dele. Resultado? Hemoglobina glicada lá em cima.

Tem gente que diz que eu sou exagerada no cuidado com a alimentação e insistem dizendo que um docinho não vai fazer mal. Prefiro evitar. Conheço diabéticos que comem doce escondido. Escondido de quem? Só se for de si mesmo. Tem quem diga que se comer com vontade não faz mal. Mas o pior é aquele que se faz de coitado, e aí a família fica “com pena” e “deixa” o diabético comer o tal doce, ou massa exageradamente. Isso acontece muito com crianças e idosos. Puxa, chantagem emocional é feio!

A melhor coisa é falar dessa sua dificuldade em encarar o diabetes como uma doença que merece cuidados. Fale com os amigos, com uma pessoa da sua confiança, mas não deixe de comentar com o seu médico. Ele pode te ajudar.

Aceite, encare, e tome os cuidados básicos. Vale a pena, por uma vida mais saudável.

Entre o resistir e o não resistir


Fui com uma amiga dar uma descontraída. Descontrair faz muito bem para o diabetes, quer dizer, para o controle. Fomos a uma lanchonete chamada Pop’s, aqui na Rua Bela Cintra. Ambiente interessante, com decoração inspirada na pop art, boa música e cardápio idealizado pelo chef Cássio Machado.

Fechamos a noite no Havanna Café com um cafezinho clássico.

O problema de ir a uma lanchonete é resistir às tentações. São muitas. Mas o Pop’s é diferente, porque tem umas coisinhas mais leves. Lanches de bagels, com opção integral. Foi o que eu pedi, e ainda vegetariano, com legumes grelhados. Quem quiser um cachorro quente pode também optar por pão integral.

O único problema ali é a batata chips que vem acompanhando o lanche. Pra mim, funciona assim: se não colocarem batata no meu prato, eu não vou atrás dela, mas se colocarem, eu não resisto e acabo papando tudo. Pois é, como eu esqueci de dispensá-las antes de chegarem à mesa já no meu prato, fui “obrigada” a comer tudo.


O Havanna já é outra história. Aquele lugar é terrível para alguém que não pode comer doce. É uma verdadeira tortura, por isso sempre sento de costas para a prateleira de alfajores e havanetes. Resisti bravamente, pedi só um café expresso, que veio acompanhado de bombom recheado de doce-de-leite, que levei para o meu marido de presente.

O bom desse passeio foi rir bastante, andar, porque fomos a pé, e deixar o lado doce da vida embalar o papo.

Quando for aos Jardins, não esqueça: o Pop’s é uma boa pedida; e o Havanna, obrigatório.

Pop’s Bagel & Coffee
Rua Bela Cintra, 1541, Jardins
(11) 3063-5232

Havanna Café
Fica na esquina da Bela Cintra com a Alameda Tietê.

Pizza Saudável


Para os diabéticos e pra quem procura uma pizza mais natureba: Piola.

Eles incluíram no cardápio três pizzas de massa integral, com recheios super light. São eles: legumes com queijo, queijo cotage com rúcula e carpaccio, alcaparras e ricota.

Olha, vale a pena. A pizza é muito boa. A massa é fininha e saborosa e combina muito bem com os recheios propostos.

E esta dica vale não só para quem mora em São Paulo. O Piola também está no Rio de Janeiro, Curitiba, Campinas, Santos e Campos do Jordão.

Site: http://www.piola.com.br