Tipos


Recebo alguns comentários que acho importante destacar como posts, como este, da Renata:

Oi Luciana, primeiramente parabéns pela entrevista!!!
Encontrei voce na página do Portal Diabetes e li seu depoimento. Lá voce relata que é portadora do Diabetes tipo 2  e que na época tinha 29 anos. Sou diabética e o diagnóstico foi quando eu tinha 24 anos, no entanto, a endocrinologista diagnosticou ser a do tipo 1 – insulinodependente. Estou atualmente com 31 anos. A minha dúvida é: será que não sou tb do tipo 2?
Abraços fraternos e parabéns pelo blog!
Renata

***

Renata, para ter certeza que você é diabética tipo 1, o ideal seria você se submeter a um exame de sangue chamado ANTI-GAD, somente ele pode confirmar com certeza. Na verdade, a minha médica desconfia que o meu diabetes seja MODY, um tipo genético, por causa da idade em que eu fui diagnosticada e por eu ter vários membros na família portadores de diabetes. No entanto, a confirmação se dá por um exame de DNA, que é caro.

Fico feliz que tenha gostado do blog!

Abraços,

Luciana.

4 ideias sobre “Tipos

  1. Fernanda

    Olá Luciana
    Encontrei seu blog surfando na net em busca de algum serviço que ofereça insulina gratuita para portadores de diabetes tipo 1.
    Você tem alguma informação sobre isso?
    Muito obrigada e parabéns pelo precioso serviço prestado pelo seu blog.
    Um abraço,
    Fernanda

    Resposta
  2. Anderson da Silva Gonçalves

    Olá Luciana, parabéns pelo magnífico trabalho com este blog!
    Descobri a mais ou menos três semanas que sou diabético do tipo 1. Logo pensei ser o fim de uma vida feliz e normal. Bom, depois de uma semana de internação já estou de volta, e até agora estou convivendo muito bem bem com a diabetes, apesar das dores causadas pelas aplicações diárias de insulina, uma vez que ainda não “peguei o jeito”, sem contar as preocupações adversas. Mas graças a Deus estou tendo uma vida extraordináriamente melhor do que antes. Estou mais animado e disposto pra tudo. Voltei às minhas atividades antigas normalmente e aderi á inúmeras outras, que se eu contar uma por uma vai ficar muito extenso. Bom, resumindo então…

    Apesar de ainda sofrer muito pelas preocupações, estou tendo uma rotina infinitamente melhor do que antes, me interessei pela nutrição e medicina, uma vez que fará parte definitiva da minha vida. Antes queria ser tudo; Arquiteto, músico, pintor, cartunista… Mas acabava por não querer ser nada ao mesmo tempo. Hoje estou determinado a seguir carreira de nutricionista e cozinheiro industrial (Amo fazer minha comida!) E quem sabe poder fazer até mesmo descobertas a cerca do poder medicinal dos alimentos? Nada é impossível pra Deus, afinal.

    Leio diáriamente artigos sobre a diabetes na internet, e as esperanças de cura, até mesmo com as células tronco. Não procuro pensar muito nisso. Até porque é bastante polêmica (sou católico)… Pra mim a cura é fazer da diabetes uma das principais aliadas na busca por uma vida saudável e ativa. Não peço pra Deus me curar, mas peço pra ele me dar forças pra eu controlá-la e ter força de vontade. Exercer o controle é muito difícil, mas pode ser… Estou comendo maravilhosamente bem, e até melhor do que antes. Mas estou seguindo háitos rigorosos. Principalmente com os horários e cuidados com o pé diabetico; motivo de 25% das internações devido à doença.

    Ainda sobre a nutrição…
    Sei que um nutricionista ganha relativamente pouco (em torno de 1.000 á 3.000 reais e gratificações – o que já é bom pra mim), ainda mais tendo em consideração a nescessidade de estudar e se empenhar muuuito (como tudo na vida, né).
    Mas o que me fascina é saber que como nutricionista poderei ajudar à inúmeras pessoas que sofreram como eu pra aceitar minha realidade e ajudá-las á enfrentar também outras complicações advindas dos hábitos inadequedos. Tenho muita sorte de não ter (mais) frescuras na mesa, e saber preparar minha própria comida, entendendo melhor no que devo e no que não devo moderar demais…
    Até agora (dês de cheguei do hospital o exame de destro só apontou para glicemia abaixo de 180 mg/dl (exceto pelo primeiro exame que apontou para 220 mg/dl) bem na média dos desejáveis indicados pelo meu médico, que é entre 150 e 200 mg/dl. (No hospital, apesar da alimentação muito mais rigorosa, a glicose constantemente estava acima de 300. Isso na observação. Quando no pronto socorro chegou a 580 mg/dL. Mas, acredito eu, que é porque em casa eu consumo bastante (bastante nunca é “bastaaante, na verdade) dos alimentos diet, ligt e rico em fibras e outros nutrientes mais indicados aos diabéticos, sem contar que aqui em casa sou elétrico. Lá eu não saia do lugar praticamente.
    Faço o teste três vezes por semana no posto, que só é aberto de segunda á sexta. Mas daqui há alguns dias já poderei fazer o teste em casa. O médico já fez o pedido do meu aparelinho medidor que virá até mesmo com as fitinhas, que são muito caras. É tudo de gratis!

    FERNANDA, aqui está uma dica. Você pode conseguir gratuitamente as insulinas em qualquer posto de saúde próximo á sua casa (pelo menos aqui em São Paulo – SP é assim). Procure saber o que faz parte da sua região. Esse é o nosso direito, pois pagamos impostos. Por ser do tipo 1, você também poderá fazer o pedido do aparelinho medidor de glicemia. Consulte o seu médico que ele lhe dará um receita encaminhando você á um posto e indicando que você é insulino-dependente. Assim terá direito á insulina pelo resto da vida. Espero tê-la ajudado e boa sorte com seu tratamento, se cuida!

    Só pra terminar então…
    Ouso muitos relatos de pessoas diabéticas que precisão passar por severas internações. Sofrem complicações extremas em alguns casos e não veêm expectativas de vida, uma vez que a diabetes carrega o enorme peso de ser uma doença crônica sem cura (ainda). Mas me baseio mesmo é nos depoimentos de pessoas vencedoras, como um médico que descobriu ser diabético do tipo 1 aos três anos de idade, numa época em que a insulina nem existia e os remédios orais eram bem menos avançados. Que barra, hen… As pessoas diziam a todo momento pra sua mãe: “este é o seu filho que vai morrer?” Mas ele não se abateu. Não se privou de nada (exceto pelos primeiros anos, é claro) Mas sempre foi muito determinado e aprendeu a conviver com sua diabetes, moderando sempre com uma alimentação saudável e uma vida ativa.
    Hoje ele têm 70 anos e nunca precisou ser internado e jamais teve grandes complicações devido á diabetes.
    Se ele conseguiu, por que temos que nos abater achando que com nós será diferente? (às vezes fico pensando á noite, quando sinto algum pequeno mal estar nos pés, principalmente, que não viverei muito mais tempo ) Mas que bobagem, cada dia que acordo me sinto melhor e mais disposto. Tenho vontade de viver.
    Quando fui internado, já estava num estado de quase coma e fiquei na UTI por cerca de dois dias. Agora tive uma nova oportunidade de viver a vida, de outra forma, muito melhor. Seria muito egoísmo negar essa oportunidade.
    Por diversos motivos (embora às vezes pareça meio complicado isso) só tenho mesmo a agradecer a Deus pela minha diabetes. E pelas condições de cuidar dela. Tenho muitos amigos que me apoiam, compram coisas diet pra mim quando me convidam pra comer algo, e uma família que está me dando a maior força. E ainda posso contar a fé, que com certeza move montanhas!

    Mais uma vez parabéns pelo blog amiga. Obrigado pelo espaço e me desculpe por ter tomado posse aqui do blog (rsrsrs…) Me impolguei um pouquinho…

    Forte abraço!

    Resposta

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