Arquivo mensal: setembro 2012

Crônicas do diabetes

Passeando ontem por uma das ruas mais badaladas de São Paulo, a Oscar Freire, chamou-me atenção duas mulheres paradas na calçada numa conversa em tom um tanto alterado. A rua é conhecida internacionalmente pelas lojas de alto luxo, restaurantes top, e frequentadores vip, mas não era nenhum desses o assunto das duas mulheres vestidas em trajes da moda. O assunto era diabetes! Sim, isso mesmo!

Enquanto uma teimava que “Fulana”, conhecida das duas, havia ficado diabética de tanto comer doce e consumir açúcar, a outra teimava que não. Quase me meti na conversa, mas achei que não era de bom tom. A que teimava que era, sim, o excesso de açúcar que havia deixado tal pessoa diabética argumentava que a taxa de glicose no corpo da pessoa era muito alta, o que demonstrava que ela consumia muito açúcar. E a outra tentava se contrapor. Como estava só de passagem, não sei qual foi a conclusão da conversa. E se a que estava certa conseguiu convencer a outra de que não foi o fato da pessoa consumir muito açúcar que a tornou diabética…

Essa cena ilustra bem como as pessoas pensam. Nós, que vivemos o diabetes no dia-a-dia, ficamos estarrecidos com o diálogo, mas é muito mais comum do que imaginamos. A partir do diagnóstico da amiga, ela pode ter a chance de conhecer um pouco mais sobre a doença. Mesmo que a interlocutora, ali na rua, não tenha conseguido convencê-la, é bem provável que ela chegue em casa, entre na Internet e busque entender melhor sobre o assunto. Esta é a minha esperança. E, quem sabe, ela não cai aqui no blog Educação em Diabetes…

Sabemos que, no caso do diabetes tipo 1, o consumo de açúcar não tem nenhum impacto no fato da pessoa se tornar diabética, já que se trata de uma doença auto-imune. E mesmo no caso do diabetes tipo 2 não seria o consumo exagerado de açúcar, isoladamente, que faria a pessoa desenvolver diabetes. Trata-se de um conjunto de fatores: hereditariedade, obesidade, idade (acima de 45 anos), hábitos de vida (sedentarismo, alimentação inadequada). O fato de a pessoa consumir muito açúcar, pode indicar que ela também tenha outros hábitos não saudáveis, como consumo de exagerado de gordura, vida sedentária, etc. O que pode levar a obesidade e ao diabetes. Enfim, embora o excesso de açúcar não faça bem para ninguém, o caminho que leva ao diabetes tipo 2 não é tão curto, e você tem a chance de mudar a rota antes que seja tarde demais. Por isso, é importante estar por dentro dos fatores de risco, que já foi tema de posts por aqui.

Saiba quais são os fatores de risco:

  1. Familiares próximos portadores de diabetes
  2. Idade acima de 45 anos
  3. Sedentarismo
  4. Excesso de peso ou obesidade
  5. Circunferência abdominal (mulheres acima de 80 cm e homens acima de 94 cm). Leia post sobre isso clicando aqui.
  6. Pressão Alta
  7. Colesterol elevado
  8. Mulheres com antecedentes de filhos nascido com mais de 4 Kg
  9. Diabetes gestacional
  10. Ovário Policístico
  11. Grupos étnicos de alto risco (exemplo: hispânicos, americanos nativos – índios Pima-, afro-americanos)

Quanto mais fatores de risco presentes, maior é a sua chance de desenvolver diabetes tipo 2.

Mas também recomendo um teste  bacana, que encontrei esses dias em uma página do Facebook chamada Diabetes Sweet & Simple, para medir a sua probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2  e diminuir as suas chances de falar sem conhecimento de causa. Clique aqui e confira!

Tem alguma história sobre o que as pessoas dizem quando você conta que tem diabetes? Divida com a gente. Mande para o blogueira@farmaciadocevida.com.br. Obrigada!

Glicemias OnLine: Designer gráfico transforma adversidade em oportunidade

Designer gráfico de formação, Rafael Apocalypse, 29 anos, também quase concluiu a faculdade de turismo, mas foi no desenvolvimento de aplicações para a web que encontrou sua vocação. Há nove anos, Rafael foi diagnosticado com diabetes tipo 1. Apesar de seu pai ter diabetes e ele ter acompanhado de perto a experiência dele, Rafael sentia dificuldades nas anotações dos valores de glicemia para controle e ajuste das doses de insulina. Foi então que ele criou o  Glicemias OnLine, uma ferramenta para registro e compartilhamento de informações sobre o dia-a-dia do diabético. “Minha experiência desenvolvendo sites me alertou para a possibilidade de resolver minhas dificuldades em com uma ferramenta online, e a tecnologia contribuiu com a expansão das redes 3G e smartphones”, considera. Hoje, ao lado de sua mulher, Nadia Apocalyse, ele toca o site, e se divide entre o papel de empreendedor e funcionário de uma empresa de internet.

O Glicemias OnLine permite manter, além do registro das glicemias, doses de medicamentos como insulina, exames de hemoglobina glicada, entre outros. Essas informações podem ser compartilhadas com médicos, amigos e familiares, serem impressas em forma de gráficos, ou apenas guardadas no sistema. “Associando essas informações, o médico pode orientar melhor o paciente e melhorar o tratamento e a qualidade de vida do paciente”, explica.

A Doce Vida fechou uma parceria com Glicemias OnLine para facilitar a vida das pessoas com diabetes. Confira meu bate-papo com Rafael Apocalypse para o blog Educação em Diabetes e inspire-se.

Luciana Oncken – Como foi a descoberta do diabetes?
Rafael Apocalypse – Meu pai era diabético, então eu cresci aprendendo sobre diabetes, sintomas de hipo e hiperglicemias, etc. Em meados de 2002, meu pai precisou passar por um transplante duplo, de rim e pancreas. Quando ele, com quase 20 anos também, descobriu que era diabético, não existiam glicosímetros, insulina de ação prolongada, etc. Na verdade, ele precisava ferver as seringas que eram de vidro e amolar a agulha diariamente, para poder aplicar a única dose de insulina que ele tomava. Sem acesso à tecnologia que temos hoje e sem muito conhecimento, ele não se cuidou como deveria e, durante toda minha adolescência, eu aprendi muito sobre o que era uma hipoglicemia, hiperglicemia, como controlar e como corrigi-las. Isso me ensinou muito sobre a condição. No começo de 2002 eu estava me preparando para uma longa expedição, solo (sozinho sem a companhia de outras pessoas ou equipe) ao Pico da Neblina, durante uma fase do treinamento que chamamos de engorda, eu comecei a sentir os sintomas de hiperglicemia. Sentia muita sede, urinava muito e estava sempre cansado. Para os meus pais, isso era consêquencia de um treinamento muito intenso e de más companhias na faculdade. Precisei insistir um bocado para que fôssemos a uma endocrinologista que havia tratado do meu pai. No dia 23 de junho de 2003, um exame de glicemia capilar ‘dedurou’ o diabetes: 409 mg/dL.

Luciana – Qual é o maior desafio em ter diabetes?
Rafael – Para mim o maior desafio é conciliar a disciplina necessária para me cuidar bem, fazer várias medições de glicemia ao longo do dia, tomar insulina nos horários certos, com a vida corrida de São Paulo e a louca rotina de empreender e ainda manter um emprego full-time.

Luciana – O que o levou a criar o Glicemias OnLine? Quem mais faz parte desse projeto com você?
Rafael – Eu sempre gostei de tecnologia, e logo que descobri o diabetes comecei a anotar minhas glicemias em uma planilha que eu montava no Excell, imprimia e carregava comigo o dia todo. Mas passar tudo aquilo a limpo para o computador, no final do mês, parecia um trabalho herculano para mim. Então eu comecei a inventar outras formas de manter isso, já digitalizado, e evitar aquele trabalho que eu detestava.

Escrevi programas para instalar nos computadores do trabalho e de casa, mas eu tinha metade das anotações em um computador e metade em outro. Tentei usar a planilha de excell em um Palm, mas era muito trabalhoso fazer as anotações. Então, durante alguns anos, eu simplesmente parei de anotar e de me cuidar, até que minha experiência desenvolvendo sites me alertou para a possibilidade de resolver minhas dificuldades em com uma ferramenta online, e a tecnologia contribuiu com a expansão das redes 3G e smartphones.

Hoje eu e minha esposa, a Nádia, tocamos o Glicemias Online.

Luciana – Como o Glicemias OnLine pode facilitar a vida das pessoas?
Rafael – É muito importante que o diabético mantenha um histórico de glicemias, é por meio dela que o endocrinologista poderá ajustar melhor o tratamento. Mas anotar apenas as glicemias é manter apenas uma parte das informações essenciais para melhorar o tratamento. É preciso saber também como o diabético corrige as hiperglicemias, quanto de insulina ele toma e em quais horários, quanto de carboidrato ele come, e quando come.

Associando essas informações, o médico pode orientar melhor o paciente e melhorar o tratamento e a qualidade de vida do paciente. O Glicemias Online ainda vai além e ao invés de apenas apresentar essas informações em uma enorme planilha cheia de números, tudo isso viram estatísticas que podem mostrar que a glicemia de um paciente é mais elevada à tarde que em outros períodos do dia, por exemplo, e gráficos que ajudam a visualizar e comparar de forma mais fácil toda essa informação.

Luciana – Por que as pessoas devem usar o Glicemias em comparação a outros métodos de monitoramento? Quais as vantagens?
Rafael – O Glicemias Online não interfere nem depende do método de monitoramento ou do tipo de tratamento que o paciente faz. Se o paciente faz medições de glicemia, ele já pode e tem motivos para usar o Glicemias Online.

Cito minha própria experiência como exemplo. Quando comecei a trabalhar com o Glicemias Online, passei também a anotar e medir minha glicemia mais vezes. Com isso, consegui perceber a variação da glicemia ao londo do dia, da semana. Descobri que minha glicemia era muito alta de manhã, ao acordar estava sempre elevada. Antes de anotar e comparar, eu raramente lembrava das medições elevadas, e quando minha médica perguntava, eu sempre estava bem, estava controlado, mas não tinha as medições para mostrar.

Conversando com minha endocrinologista, descobri que eu tenho algo chamado Fenômeno do Alvorecer, minha resistência à insulina é maior pela manhã que em outros períodos do dia. Isso refletiu diretamente em uma mudança abrupta no meu tratamento. Ao contrário do que a maioria dos diabéticos faz, tomando uma insulina de longa duração pela manhã, eu devo tomai-la no final do dia. Assim, o pico de ação ocorrerá pela manhã, período em que meu organismo precisa de mais insulina. Também mudou a forma como eu administro insulina de ação rápida para a contagem de carboidratos da manhã.

Hoje ao invés de acordar com 200 mg/dL, mesmo quando eu descontrolo um pouco na comilança da noite anterior, minha glicemia ao acordar, raramente passa de 100 md/dL.

Luciana – Como se deu a parceria com a Doce Vida?
Rafael – Pouco tempo depois de lançarmos o Glicemias Online, fizemos contato com a Mônica para realizarmos uma campanha de Natal com nossos usuários. A parceria foi um sucesso e algum tempo depois voltamos a conversar sobre como aprofundar essa aliança e fazer tanto o Glicemias Online quanto a Doce Vida ajudarem a melhorar a vida de mais diabéticos.

Luciana – A partir de uma adversidade, você conseguiu enxergar um nicho para trabalhar. Qual o conselho que você dá para alguém recém-diagnosticado?
Rafael – É difícil, é chato, às vezes dói, incomoda, e todo mundo vai te encher de perguntas, para o resto da sua vida. Mas não perca a paciência, transforme cada pergunta em uma oportunidade de ensinar e desmistificar o diabetes. Cuide-se, de verdade, faça quantas medições de glicemia você conseguir, todos os dias. Glicemia alta, corrija imediatamente, hipo, aproveite pra tomar um gole de Coca-cola (a da lata vermelha).

Eu precisei ver um lado triste e doloroso da doença para entender o quanto é importante se cuidar, se você tem filhos, família ou pretende tê-los, cuide-se para que eles jamais precisem se preocupar com a sua diabetes.

Luciana – Você tem outros projetos em diabetes?
Rafael – Logo que descobri que era diabético, tive que abandonar a ideia de fazer a escalada solo ao Pico da Neblina, e comecei a estudar mais sobre esportes de aventura e diabetes, vi que não era nada demais e criei um site/blog chamado AventuraDiet. Durante alguns anos me dediquei a ele, mas o trabalho e estudos não deixaram muito tempo livre e acabei abandonando a ideia.

Hoje o Glicemias Online é meu único projeto relacionado a diabetes, mas não é a única ideia. Tenho conversado com pessoas aqui no Brasil e fora daqui que tem trabalhado e sonhado com vários projetos relacionados à diabetes. Espero que em breve eu faça parte também de alguns desses projetos e que o Glicemias Online possa estar junto também.

Minha cesta azul está completa nesta Sexta Azul

Mais uma entre tantas Sextas Azuis. Mais um dia para pensar na nossa saúde e olhar um pouquinho para dentro de nós. Semana passada, brinquei com a Sexta Azul e publiquei nas redes sociais uma cestinha azul, perguntando para as pessoas o que elas colocariam ali dentro. Ontem, a farmácia Doce Vida reproduziu essa imagem. Pode parecer uma mera brincadeira, mas a minha intenção ao publicar a imagem da cesta azul é que pensássemos um pouco sobre o que queremos.

Na minha cesta azul, da Sexta Azul, eu colocaria muita saúde, disciplina, paciência, capacidade de compreensão, aceitação e esperança. Cada um, pode encher essa cesta simbólica com que acha mais interessante nesse momento da sua vida. Eu também costumo encher a minha cesta azul diária com uma visão positiva sobre a doença, sempre pensando o que ela me trouxe de bom.

E tem uma coisa que eu sempre falo e tem gente que acha que estou exagerando. Já disse em entrevistas para jornais, revistas, TV e rádio, no meu blog Viver com Diabetes e repito aqui no Educação em Diabetes: o diabetes é responsável por me manter saudável. É sério!

Às vezes, me pego pensando se caso eu não tivesse diabetes se eu teria o mesmo cuidado com a alimentação, com os exames de rotina, com o controle para uma vida saudável. Não são poucas as pessoas que relatam que o diabetes proporcionou um cuidado maior com a saúde. É com esse espírito que temos de enfrentar a doença, que, de alguma forma, também pode ser nossa aliada.

O que mais o diabetes me trouxe de bom? Essa oportunidade de estar aqui falando com vocês e tentando fazer a minha parte para proporcionar uma vida melhor com diabetes, ter conhecido um monte de gente bacana que vive o mesmo que eu. Isso é algo imenso! Minha cesta nesta Sexta Azul está mais do que completa. Obrigada por me ajudarem nesse caminho!

***

Texto meu escrito para a minha coluna de hoje, 21/09/2012, no blog Educação em Diabetes da Doce Vida!

 

 

Sexta Azul – Proteja o seu futuro: diabetes e saúde ocular

Quem tem diabetes tem um motivo a mais para marcar presença no oftalmologista. Estamos mais sujeitos a uma doença chamada retinopatia diabética. Você está com os exames em dia?

Dados do Colégio Brasileiro de Oftalmologistas (CBO) apontam que pessoas com diabetes apresentam risco de perder a visão 25 vezes maior do que as que não portam a doença. A retinopatia diabética atinge mais de 75% das pessoas que têm diabetes há mais de 20 anos. Funciona assim: quanto mais tempo de doença, maior a probabilidade de desenvolver retinopatia diabética.

O tempo de diabetes é determinante no desenvolvimento da retinopatia diabética. Segundo estimativas, diabéticos com menos de 5 anos de doença praticamente não apresentam evidência de retinopatia ao exame de fundo de olho. Esta incidência aumenta para 50% nos diabéticos com 5 a 10 anos de doença; e 70 a 90% naqueles com mais de 10 anos de diabetes. Esses dados são apresentados no e-book sobre diabetes da Sociedade Brasileira de Diabetes.

Visão em risco
E o que é a retinopatia diabética afinal? É quando o diabetes afeta os vasos sanguíneos do olho. Um material anormal é depositado nas paredes dos vasos sanguíneos da retina, região conhecida como “fundo de olho”, causando estreitamento e, às vezes, bloqueio do vaso sanguíneo, além de enfraquecimento da sua parede – o que ocasiona deformidades conhecidas como micro-aneurismas. “Estes micro-aneurismas freqüentemente se rompem ou extravasam sangue causando hemorragia e infiltração de gordura na retina”, informa o site do CBO.

Existem duas formas de retinopatia diabética: exsudativa e proliferativa. Em ambos os casos, a retinopatia pode levar a uma perda parcial ou total da visão.

Veja a diferença entre as duas, segundo o CBO:

» Retinopatia Diabética Exsudativa: ocorre quando as hemorragias e as gorduras afetam a mácula, que é necessária para a visão central, usada para a leitura.

» Retinopatia Diabética Proliferativa: surge quando a doença dos vasos sanguíneos da retina progride, o que ocasiona a proliferação de novos vasos anormais, que são chamados “neovasos”. Estes novos vasos são extremamente frágeis e também podem sangrar. Além do sangramento, os neovasos podem proliferar para o interior do olho causando graus variados de destruição da retina e dificuldades de visão. A proliferação dos neovasos também pode causar cegueira em conseqüência de um descolamento de retina.

Controle
Há mais casos de retinopatia diabética em diabéticos tipo 1 em relação a diabéticos tipo 2 em razão do tempo de diabetes e de mais episódios de hiperglicemia. Além dos fatores genéticos, a hiperglicemia crônica é a principal causa da doença. Um estudo clínico randomizado chamado “Diabetes Control and Complications Trial” (DCCT) mostrou que pacientes submetidos ao controle glicêmico rigoroso tiveram uma progressão menor da retinopatia.

Quem tem diabetes deve passar anualmente pelo exame de fundo de olho para avaliar a retina. Pessoas que já tenham algum tipo de alteração na retina devem realizar exames a cada seis meses e, dependendo do caso, em intervalos ainda menores. O tratamento da retinopatia diabética é realizado por meio de sessões de fotocoagulação. Em casos mais avançados, antiangiogênicos podem ser recomendados. E até cirurgia, a vitrectomia, técnica de cirurgia do corpo vítreo, o fluido gelatinoso que preenche o interior do globo ocular, pode ser indicada.

Cuide da sua saúde ocular, procure um oftalmologista!

Texto publicado originalmente na minha coluna no blog Educação em Diabetes.

Dica de livro de diabetes – Detenha o Diabetes – Guia Definitivo

Parece ser bem interessante a abordagem desse livro da revista Seleções. Veja a resenha:

Assuma o controle do diabetes… E não deixe que ele assuma o controle da sua vida! Repleto de receitas deliciosas, além de dicas e segredos valiosos, esse livro traz um programa global para melhorar a sua saúde, garantindo sua vitória na luta para controlar o Diabetes.

Nele você também descobrirá que pequenas ações simples podem melhorar os resultados do tratamento, além de ter acesso às últimas descobertas da medicina e a novidades que com certeza mudarão a sua vida.

****

Você gosta deste blog? Acha que ele traz informações relevantes. Se a sua reposta é sim, não deixe de votar no Prêmio Top Blog 2012, categoria saúde. Vamos colocar o diabetes no topo do pódio! Obrigada! Clique no banner abaixo:

Alimentos para quem tem diabetes com isenção de impostos

Essa é a proposta do Projeto de Lei 3755/12, da deputada licenciada Manuela D’Ávila (PCdoB-RS), que a Câmara analisa. Pelo projeto, esses produtos industrializados estariam isentos de IPI e de Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). “A proposição tem por objetivo reduzir os preços dos referidos alimentos, de forma a torná-los mais acessíveis aos portadores da doença”, explica a autora.

Achei a proposta bastante interessante, já que os preços de produtos para diabéticos são muito caros e acabam não sendo acessível a todos. E você, o que pensa a respeito.

Saiba mais sobre o projeto, clicando aqui.

Com informações da Agência Câmara

 ***

Você gosta deste blog? Acha que ele traz informações relevantes. Se a sua reposta é sim, não deixe de votar no Prêmio Top Blog 2012, categoria saúde. Vamos colocar o diabetes no topo do pódio! Obrigada! Clique no banner abaixo:

O que é diabetes MODY?

Diabetes MODY é um tipo genético de diabetes. É o que tenho. Não é tipo 2 na juventude, como algumas pessoas dizem. Inclusive pesquisas publicadas em revistas científicas reconhecidas têm demonstrado que pode ocorrer após os 50 anos. MODY é um tipo genético de diabetes. Ao contrário do que algumas das poucas pessoas que conhecem esse tipo de diabetes pensam, é, sim, importante saber que você é tipo MODY. O tratamento é diferente.

Escrevi hoje o no blog Educação em Diabetes sobre o assunto e ao invés de repetir tudo aqui, encaminho vocês para lá! É só clicar no link abaixo:

– Você já ouviu falar em Diabetes MODY?