Arquivo mensal: outubro 2012

Compartilhe a sua experiência

Este espaço é de vocês, porque vocês são a razão do blog e da página do Facebook Viver com Diabetes, e de todos os blogs e espaços para troca de experiências sobre diabetes existirem! Quanto mais gente falando sobre diabetes, melhor. Porque, afinal,  unidos somos iguais. Apesar da nossa individualidade, vivemos experiências parecidas. O nosso desafio e a nossa causa é viver com diabetes da melhor forma possível! Uma alegre Sexta Azul para vocês.

Prêmio Top Blog 2012. Já votou?

Quem escreveu este texto não fui eu, foi a Carolina Lima, do Jujuba Diabética, premiada ano passado tanto pelo juri popular quanto pelo acadêmico. Como tenho exatamente a mesma coisa a falar, vou reproduzir o post dela aqui. Carol, só mudei um pouco a pontuação… rs…
Aí, está:
“Todos os Blogs de diabetes que se inscreveram para o TopBlog 2012 passaram para o segundo Turno! Estamos entre os Top 100!!! Os 100 melhores blogs de saúde do Brasil.

Muito disso é fruto da nossa união em busca de um único objetivo: a desmistificação do diabetes para o mundo.

Vamos lá gente! Vamos votar em todos os blogs para ver se conseguimos colocar mais uma vez o diabetes em pauta como aconteceu no ao passado!  É uma excelente publicidade para a nossa causa!

Você não precisa escolher um dos blogs. Pode votar em todos. E com todos os seus e-mails, perfis de facebook e do Twitter.
 
Esses são os links diretos de votação: 
 
 
Vamos ajudar a colocar mais uma vez os blogs de diabetes entre os 3 melhores blogs do Brasil!”
 

Brincar para garantir mais saúde

Como vocês devem saber, sou mãe de um menininho de 3 anos. Serelepe que só. Como toda criança, ele gosta de assistir televisão, e, apesar de pequeno ainda, de mexer no iPad. Mas ele gosta mais ainda de correr pela casa, de ir a uma praça ou a um parque, de ir a pé aos lugares. Ele gosta mesmo é de se movimentar. E eu, claro, incentivo. E corro atrás!

E acho que talvez seja isso que os pais devam buscar. O equilíbrio. E que tal aproveitar essa Sexta Azul, feriado, Dia das Crianças, para alguma atividade que mescle os dois. Brincadeira é atividade física. Nem que seja correr ao redor da mesa, brincar de pega-pega, de ciranda de roda. Se na sua cidade o tempo está bom, deixe os brinquedos e os presentes para mais tarde, vá a um parque, a uma praça, jogue bola, corra, liberte-se.

Como publicou a Camila Faria, nossa nutricionista, ontem, “vinte minutos de atividades físicas diárias é tempo suficiente para diminuir o risco de uma criança obesa desenvolver a Diabetes tipo 2. É o que constata um estudo realizado nos Estados Unidos por pesquisadores da Universidade de Georgia e recentemente publicado na Revista científica da Associação Médica Americana”.

O tema do Dia Mundial do Diabetes é “Protegendo o nosso Futuro”. As crianças são o nosso futuro. Pense. É a saúde do seu filho que está em jogo. Brinque e garanta um futuro mais saudável. Essa é a minha dica para essa Sexta Azul, um pouco nublada e fria, aqui em São Paulo.

Olha o meu pequeno aí, brincando, correndo, garantindo mais saúde!
Foto arquivo pessoal

Uma semana…

Pronto! Passou a semana de adaptação ao medicamento (victoza), quando você toma apenas meia dose. Hoje, já usei a dose intermediária. Sem grandes efeitos colaterais. Já tive melhora dos enjoos. Sinto menos fome. Não houve alterações na balança e nem no controle do diabetes. É cedo ainda. Apesar do que dizem, não espero um milagre, espero resultados positivos. Em primeiro lugar, melhora no controle glicêmico. Em segundo, uma leve redução de peso, o que pode contribuir também para um controle mais adequado.

Nesta semana de adaptação, usei junto com hipoglicemiante, mas não apresentei nenhum episódio de hipo. Minha basal continua um pouco alta, mas tenho de considerar que ainda estava na fase de adaptação.

Metas: melhorar o controle, voltar para a academia e melhorar a minha alimentação.

Vamos em frente!

Principais exames para detecção e acompanhamento do diabetes

Uma dúvida recorrente está relaciona aos exames tanto para a detecção do diabetes quanto para o acompanhamento da doença. Como sempre, fui em busca de boas referências: sociedades médicas e multidisciplinares ligadas ao diabetes.

O exame comumente solicitado quando há suspeita de diabetes, ou quando a pessoa está no chamado grupo de risco ou mesmo por prevenção é a glicemia de jejum. Caso se confirme um resultado superior a 100 mg/dl (o nível de normalidade é até 99 mg/dl, de pré-diabetes, de 111 a 125 mg/dl), o médico deve solicitar a repetição do exame e o teste de tolerância à glicose, também conhecido como curva glicêmica. Pode ser que ele também solicite a hemoglobina glicada. Tanto a glicemia de jejum quanto a hemoglobina glicada serão exames constantemente solicitados para acompanhamento do diabetes. Alguns médicos também solicitam a dosagem de frutosamina. Para verificar complicações, os médicos solicitam também a microalbuminúria (urina de 24 horas) e exame anual de fundo de olho.

E o que significa cada um desses exames?

Glicemia de Jejum – a glicemia de jejum é o exame feito em laboratório de análises clínicas que mede a taxa de glicose (ou açúcar) em nosso sangue e é, portanto, o exame que confirma o diagnóstico do diabetes. Pessoas com sintomas característicos (muita sede, muita fome, emagrecimento, boca seca e aumento da quantidade de urina e do número de vezes de urinar) devem procurar o médico. Ele solicitará um exame de glicemia no sangue, entre outras coisas. – Fonte Medcenter 
Há também profissionais que solicitam como rotina preventiva.

Teste Oral de Tolerância à Glicose (ou Curva Glicêmica) – A curva glicêmica, ou teste oral de tolerância à glicose, é considerada o padrão-ouro para diagnosticar o Diabetes mellitus. Para essa finalidade, preconiza-se a administração de 75 g de glicose por via oral (ou 1,75 g/kg de peso em crianças) e as dosagens de glicose sérica em jejum e após 120 minutos da sobrecarga. Tanto um valor de glicemia entre 100 e 125 mg /dL, encontrado em jejum, quanto níveis entre 140 e 200 mg /dL, duas horas após a sobrecarga, evidenciam intolerância à glicose (pré-diabetes). Já uma Glicemia superior ou igual a 200 mg /dL aos 120 minutos confirma o diagnóstico de Diabetes mellitus. – Fonte: Anad – Associação Nacional de Assistência ao Diabético

Hemoglobina Glicada – de enorme importância na avaliação do controle do diabetes. É capaz de resumir para o especialista e para o paciente em tratamento se o controle glicêmico foi eficaz, ou não, num período anterior de 60 a 90 dias. Isso ocorre porque durante os últimos 90 dias a hemoglobina vai incorporando glicose, em função da concentração que existe no sangue. Caso as taxas de glicose apresentem níveis elevados no período, haverá um aumento da hemoglobina glicada. Sempre é necessário individualizar o valor de A1C (hemoglobina glicada), levando em conta vários dados clínicos como idade, presença de outras doenças e/ou risco de eventos freqüentes de hipoglicemias.
Estudos clínicos, realizados em grandes centros foram capazes de demonstrar que a manutenção de A1C em valores o mais próximo possível do normal foi acompanhada de redução significativa do surgimento e da progressão das complicações micro e macro-vasculares. Isso ocorreu tanto em pessoas com diabetes do tipo 1 (DCCT), quanto do tipo 2 (UKPDS).
Para consensos nacionais e internacionais, o valor de A1C mantido abaixo de 7% promove proteção contra o surgimento e a progressão das complicações microvasculares do diabetes (retinopatia , nefropatia e neuropatia). Fonte: SBD – Sociedade Brasileira de Diabetes

Dosagem de Frutosamina – exame capaz de apresentar o controle glicêmico das últimas 4 a 6 semanas. Pode ser útil para a avaliação de alterações do controle de diabetes em intervalos menores, para julgar a eficácia de mudança terapêutica, assim como no acompanhamento de gestantes com diabetes. A dosagem da Frutosamina também pode ser indicada quando, por razões técnicas, a A1C não é considerada como um bom parâmetro de seguimento (hemoglobinopatias e na presença de anemia).  – Fonte site da SBD – Sociedade Brasileira de Diabetes

Microalbuminúria (urina 24 horas) – durante 24 horas, a pessoa colhe a urina e leva ao laboratório. O exame mede a quantidade da proteína albumina eliminada através da urina. É muito importante ter essa proteína no organismo, pois ela ajuda na recuperação do organismo. Pessoas com algum comprometimento dos rins por conta do diabetes, eliminam altas quantidades dessa proteína na urina. –Fonte: ADJ – Associação de Diabetes Juvenil

Fundo de olho – feito em consultório, pelo oftamologista, verifica as condições da retina. Pessoas com hiperglicemia prolongada podem vir a desenvolver problemas na retina. Cerca de 40% dos diabéticos têm alguma alteração. E a retinopatia diabética é responsável por 8% dos casos de cegueira no Brasil. Um acompanhamento anual e um bom controle podem evitar complicações. – Fonte: Sociedade Brasileira de Oftalmologia

Diabetes na criança: material de apoio para pais e escola

Frequentemente os pais solicitam material sobre diabetes para mostrar para a escola, ou para conhecidos. Encontrei um vídeo bastante interessante do Hospital Albert Einstein nessa linha.

Há ainda um site chamado Diabetes nas Escolas, mantido em parceria pelaSociedade Brasileira de Diabetes e Associação de Diabetes Juvenil com informações muito bacanas, escritas de uma maneira leve e didática. O destaque vai para as “Dicas da Bete – o que a nossa escola pode fazer para abraçar a causa dos alunos com Diabetes”. O foco do trabalho são os professores e demais educadores, para que possam lidar melhor com as necessidades do aluno diabético no ambiente escolar. O material, todo ilustrado, colorido, está disponível para download e pode ser impresso para uso na escola. O site também traz vídeos e podcasts, tudo para facilitar o entendimento do diabetes na escola.

Também fiz uma busca no You Tube sobre o assunto. Está aqui prontinho para você. É só clicar!