Obesidade e diabetes tipo 2 caminham de mãos dadas – [BLOGAGEM COLETIVA 7] Dia Mundial da Obesidade – 11 de outubro

Não participei das blogagens coletivas do Dia Mundial do Diabetes até o momento. Explico: estou envolvida com esta data aí de cima, Dia Nacional de Prevenção da Obesidade, e Dia Mundial da Obesidade, 11 de outubro, porque a minha agência Banca de Conteúdo, que é responsável pela campanha junto ao meu cliente Abeso – Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. E justamente por isso não poderia deixar de participar, extra-oficialmente, dessa postagem específica. O tema de hoje é o Dia Mundial da Obesidade. Tema sobre o qual escrevo todos os dias.

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Obesidade e diabetes tipo 2

Todos sabemos que há uma relação muito próxima entre obesidade e o desenvolvimento do diabetes tipo 2. A obesidade é uma doença crônica, caracterizada pela inflamação do tecido adiposo. Indivíduos com sobrepeso e obesidade têm um aumento da resistência à insulina que, consequentemente, leva ao desenvolvimento do diabetes tipo 2.

Estamos assistindo ao crescimento da obesidade no mundo e, consequentemente, do diabetes tipo 2. Claro, não é só a obesidade que faz com que o indivíduo desenvolva diabetes tipo 2. Assim como na obesidade, no DM2, existem inúmero fatores: hereditários, genéticos, ambientais e hormonais envolvidos. Mas, sim, na maioria das vezes, as suas doenças caminham de mãos dadas.

Portanto, trabalhar a prevenção da obesidade também é trabalhar a prevenção do diabetes tipo 2. E quanto antes pudermos intervir melhor. Não é raro vermos crianças desenvolvendo doenças antes consideradas “doenças de velho”. Não podemos seguir como se isso fosse natural. Os consultório pediátricos têm diagnosticado crianças com diabetes tipo 2, mau colesterol elevado, dislepidemia, esteatose hepática não alcoólica. Precisamos agir para mudar esse cenários. E agir juntos: governo, sociedade, imprensa. Envolver pais, escola, sociedades de especialidades e multiprofissionais… O objetivo da campanha do Dia Nacional de Prevenção da Obesidade é incentivar o debate sobre o tema e ações para melhora da qualidade de vida, com mudanças de hábitos alimentares e prática de atividade física.

A obesidade é um dos maiores problemas de saúde atualmente e para o futuro. E o alerta é que crianças obesas poderão vir a ser adultos obesos, com maior probabilidade de desenvolver diabetes, doença cardíaca, altas taxas de câncer e outros problemas de saúde. Assim como qualquer doença, a obesidade exige prevenção, especialmente na faixa da infância, e claro, acesso a tratamento.

Segundo dados da Organização, mais de 42 milhões de crianças menores de cinco anos estão acima do peso no mundo, das quais 35 milhões estão em países em desenvolvimento e 92 milhões de crianças com risco para sobrepeso e obesidade. A campanha deflagrada pelo Departamento de Obesidade da Sbem, com apoio da Abeso, tem como objetivo de chamar a atenção para os riscos do sobrepeso e da obesidade, que já atinge quase 60% da população brasileira, segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2013, divulgados em 2015.

O foco da campanha da Sbem/Abeso é a criança como agente de mudança na família e na sociedade. É ela que motiva, que traz um novo olhar, que move. Queremos trabalhar a conscientização, a educação, a informação, e a orientação sobre alimentação, atividade física, boas escolhas.

A campanha trabalha quatro princípios básicos para manter a saúde e o peso saudável: comer bem, movimentar-se, beber água e dormir bem.

E quem estiver em São Paulo e quiser participar… o evento será realizado no dia 11 de outubro, domingo, no Parque Villa Lobos, próximo à entrada principal (das bicicletas), das 9h às 15h, quando será realizado atendimento ao público para diagnóstico de sobrepeso e obesidade, orientações. Além de atividades, como aula aberta à população. A ação tem apoio da Secretaria de Estado da Saúde do Governo do Estado de São Paulo.

Campanha nas redes sociais
Facebook: /prevenvaodaobesidade
Twitter: @prev_obesidade
Site da Abeso: www.abeso.org.br
Facebook Abeso: /evidenciasemobesidade
Twitter Abeso: @_abeso

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Para doces sem açúcar

Cheguei em casa agora e fui surpreendida por um agradinho. Recebi o adoçante Fin Culinário. Lançamento. Bom, não sou muito de cozinhar. E não sou craque em doces diet. Mas vou aproveitar que minha mãe está passando uns dias aqui em casa e pedir para ela, que também é diabética, testar as receitinhas zero açúcar que vieram junto.

O lançamento é um blend de stévia (confesso que não gosto muito…) e sucralose.

O kit é bem bacaninha! Vieram umas forminhas de silicone junto. Agora, falta  ver se o adoçante é bom. No release diz que não altera o sabor da receita, nem a textura. Vamos ver!   
 

Primeiro bom resultado da minha operação resgate

Bom dia! Uma das minhas metas é baixar a glicemia de jejum, que sempre foi uma dificuldade para mim, mesmo quando estava com bom controle geral. Hoje, fiquei feliz. A glicemia de jejum que vinha batendo marcas de 140 a 170, baixou para 109!

Quando temos determinação, a coisa vai. Vamos lá, rumo ao resgate.

Gostaria que todos aqueles que não estão se cuidando encontrassem um motivo para mudar. O meu é viver mais e melhor, e ver meu filhote crescer. Estar junto do meu marido e poder acompanhá-lo nesta caminhada.

Fiquei feliz hoje de manhã ao ver 109 batendo no monitor de glicose

Fiquei feliz hoje de manhã ao ver 109 batendo no monitor de glicose

Recomeço no fim do ano

Como já disse antes, levei uma baita bronca da minha gineco por não estar me cuidando. Saí da consulta e entrei em uma padaria. Calma. Eu não fui “encher a pança” de pães. Aliás, pães maravilhosos. Fiquei só no cafezinho. Sentei em uma mesa e liguei para o consultório da nutricionista que me atendeu durante a minha gestação, a Alessandra. Como foi uma parceria que deu super certo, quis retomar. E não é que foi ela mesma que atendeu! E, por sorte, um paciente tinha acabado de desmarcar. Consegui agenda minha consulta para dali a dois dias, numa quarta (17), dia da minha placa no rodízio, às 8h30, da manhã.

Se eu tivesse me boicotando, vários seriam os motivos para que eu deixasse para o próximo ano. O horário. Não sou de marcar nada assim tão cedo. O fato de não ter ninguém para ficar com o o filhote e ele estar de férias e com faringite. E, claro, o rodízio. Afinal, o consultório não é próximo da minha casa. Pensei: dou um jeito. Vou acionar a minha “rede apoio especial”: mãe ou sogros.

Em seguida, já liguei para a Dra. Cintia, minha endocrino, e consegui marcar também para este ano, na sexta (19).

Quem veio da minha “rede de apoio” foi minha sogra. Dormiu em casa. Acordei cedinho e lá fui eu, disposta a pegar um taxi. Mas eis que surge meu sogro, de carro. E pude ir de carro. Fui bem até lá, mas a rua do consultório estava um caos. E eu em cima da hora. Demorei mais tempo na rua do que no caminho inteiro. Com vinte minutos de atraso e “esbaforida”, cheguei!

Mede daqui, mede de lá. Avalia meu peso antes de gravidez e depois. Antes de engravidar: 64,5kg. Três meses depois de ter filho: 60 kg. Peso atual: 68,9 kg. Pois é… eu sei. Perdi a mão. O fato é que emagreci muito depois que meu filho nasceu. Com um ano do nascimento dele, cheguei aos 57 kg. Não fiz dieta. Nem atividade física. Apenas amamentei, amamentei e amamentei. Foram dois anos e meio. Isso mesmo! E, sem precisar usar nenhuma medicação para diabetes, nem insulina, nem remédio, minha glicemia era por volta de 95 de jejum e 5,8 de glicada.

Bom. Aí, estabelecemos a minha meta. Peso: 60 kg, ou seja, preciso perder 8,9 kg. Gordura no corpo: tem de cair de 31,7 para 25%. Ela personalizou uma dieta para mim. E saí dali determinada a seguí-la.

Cheguei em casa e já comecei as mudanças. Não ia esperar o próximo anos. Não. Tão pouco passar as festas de fim de ano. E nem ao menos esperaria até o dia seguinte. Minha decisão foi: começo na próxima refeição. E foi o que fiz. E é o que tenho feito. Afinal, com 7,5 de glicada e 159 de jejum não se brinca.

Recomeço neste fim de 2014, para colher bons frutos em 2015.

Bom, no próximo post, conto sobre a consulta com a minha endocrino.

Operação Resgate

Bom, hoje eu fui à nutri, a mesma que me atendeu durante toda a minha gestação. Há quem pense que ir à nutricionista é luxo. Não é! Para ninguém. Não só pessoas com diabetes, mas todos deveriam ir a/ao nutricionista. E o sistema público deveria dar mais acesso a este profissional tão importante para a manutenção da boa saúde.

Na gestação então, faz toda a diferença ter uma equipe multidisciplinar. E foi um super investimento, que valeu muito a pena para que eu tivesse uma gravidez tranquila. Mas o fato é que depois que o filhote nasceu, eu me larguei um bocado. Nos dois primeiros anos e meio, tudo bem. Porque só com a amamentação consegui emagrecer os 9 quilos que ganhei na gestação e mais 7 ou 8 quilos. Fiquei magérrima e não precisava de mais nada pata manter a glicemia em ordem. Meu filho era minha insulina .

Só que depois que parei de amamentá-lo, ganhei os 7 ou 8 quilos de volta e mais 5, em dois anos e nove meses. Isso mesmo! Estou com cinco quilos a mais do que antes da gestação. Cinco a menos do que o máximo que cheguei ao final da gravidez! Péssimo, né?

E não é questão estética, a gente, que tem diabetes, sabe o impacto que esses quilos a mais tem nosso organismo. E, para completar, não ando muito disciplinada não. Ando dando umas escapulidas nas festinhas infantis. Ah! Quantas festas! Só para lembrar, eu não uso insulina, portanto, devo evitar ao máximo açúcar e carboidrato em excesso.

Também não andava fazendo o controle como deveria. Pasmem: estou há dois anos sem ir a endocrino, até por isso tenho atualizado tão pouco por aqui, porque se eu não me cuido, não me sinto no direito de dizer para os outros se cuidarem. E tentei algumas vezes entrar na academia, mas não consegui encontrar tempo e ânimo para continuar.

Fui a minha gineco obstetra, amiga de anos, que não deixo de ir de jeito algum (vou anualmente, sem falta), e ele me pediu um monte de exames e me deu uma baita bronca. E eu estava mesmo precisando de um chacoalhão.

Resultado dos exames: 7,5 de glicada (a mais alta que já tive até hoje) e 156 de jejum! Feio, né? De resto, estou ótima! Ainda bem! Mas estes números são suficientes para detonar rins e retina. E ainda não tenho nada, mas não posso arriscar! É o que a Dra. Fernanda diz: “até pouco tempo atrás, as pessoas morriam da sua doença. Hoje, temos mais recursos e vivemos mais, mas precisamos viver com qualidade de vida…”. Sim, ela está certíssima!

Sai da consulta e marquei a nutri, que foi hoje (17) de manhã. E, na sexta, vou na minha endocrino, também de anos.

Amanhã (18), posto sobre a consulta de hoje! E convido vocês a me acompanherem no meu desafio de bater a minha meta de emagrecer e ter mais saúde! Vamos juntos?

Pequeno notável

Lembro de quando vi pela primeira vez, em uma viagem ao exterior, há pouco mais de cinco anos, o monitor de glicose IBG*Star. Foi paixão à primeira vista. Estava grávida do meu filho. Automonitoramento era palavra de ordem para uma gravidez equilibrada. Achei prático pela possibilidade de poder acoplar no meu celular e ter ali todos os dados que precisava para o meu controle e para os relatórios com a minha médica. Mas declinei em comprar porque sabia que não encontraria as fitas no Brasil.

Mas não deixei de pensar em como seria bacana ter um monitor como o iBG*Star, até que ele chegou ao Brasil e pude conferir seu lançamento no mês passado. Ele tem muito mais funções do que eu imaginava e permite um controle muito bom, por meio do aplicativo que você instala em seu iPhone.

O grande diferencial dos dois aparelhos da Sanofi, disponíveis no mercado, é que eles facilitam e muito a gestão precisa e fácil da glicemia,le vando em consideração o dia a dia da pessoa portadora de diabetes e às tomadas de decisões em relação aos cuidados com o diabetes.

Dois aparelhos

iBG*Star é ultracompacto e, como eu já disse, pode ser conectado ao seu iPhone ou ao seu iPod Touch, exibindo os resultados em cores, em uma tela táctil. Pode ser também utilizado separadamente, de forma portátil, para dosagens da glicemia. Com design específico, o gerenciador do diabetes iBG*Star permite a gestão fácil dos dados, assim como sua comunicação aos profissionais de saúde.

Já o BG*Star emprega uma tecnologia patenteada, a Dynamic Eletrochemistry, para leituras precisas e confiáveis da glicemia, sem necessidade de codificação. O aparelho também apresenta diversas funcionalidades, como alertas, lembretes programáveis e notas para explicar os resultados. Uma tela retroiluminada permite visualizar rapidamente e facilmente os resultados, avaliá-los e discuti-los.

Lembrando que o lançamento foi feito no dia 9 de junho, com a presença da Dra. Denise Franco, endocrinologista, em um encontro “Conversa com Blogueiros”, promovido pela Sanofi. Segundo a especialista, o automonitoramento contínuo e o acompanhamento do médico é essencial para o controle, e até para entender e validar os resultados do exame de hemoglonina glicada. Um bom número no exame pode esconder constantes hipos assintomáticas, se ele é feito e lido juntamente com o controle diário, acaba tendo mais validade.

Assista ao vídeo >>> http://goo.gl/1cZGLt

ADJ e Medtronic celebram as Olímpiadas do Lenny

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A intenção é conscientizar sobre a importância da atividade física na gestão do diabetes tipo 1

Dia de jogos e educação para crianças e jovens com diabetes tipo 1 e seus familiares

Com o objetivo de conscientizar sobre a importância da atividade física na gestão e no controle do diabetes tipo 1, a Medtronic, em parceria com a ADJ (Associação Diabetes Juvenil), realizará as Olimpíadas do Lenny. O evento acontece dia 17 de maio, sábado, das 9h às 17h,  no acampamento Aruanã, no município de Embu-Guaçu, na Grande São Paulo, para crianças e adolescentes que vivem com diabetes e seus familiares.

Durante o evento, que tem como lema “Vamos jogar para ganhar do diabetes tipo 1”, os inscritos participarão de uma variedade de jogos, competições esportivas e outras brincadeiras que reforçam a mensagem da importância do exercício como estilo de vida para pessoas com diabetes. Transporte, refeições e conversas sobre opções de tratamento com médicos, nutricionistas, psicólogos e especialistas de produto estão incluídos na programação. 

“Nossa missão na ADJ é apoiar os pacientes com diabetes e suas famílias para que eles possam levar uma vida o mais normal possível. Eventos como as Olimpíadas do Lenny servem como ferramenta para educar sobre os aspectos essenciais para o correto controle da doença,” afirma a Dra. Denise Franco, diretora científíca da ADJ, que incentiva aos pais de crianças e adolescentes com diabetes tipo 1 a se inscreverem o mais rápido possível, já que as inscrições são limitadas.

A Dra. Denise explica ainda que “da mesma forma que o monitoramento constante dos níveis de açúcar no sangue e a alimentação saudável, a atividade física é uma das melhores aliadas no controle do diabetes. Devemos cuidar para que os pacientes entendam isso desde pequenos, tornando a atividade física uma constante em suas vidas.”

Pais ou familiares de crianças e adolescentes entre 5 e 16 anos, com diabetes tipo 1, interessados em participar do evento devem inscrever seus filhos pela ADJ, no telefone (11) 3675-3266 com Debora, no ramal 33, e Paula, no ramal 31, até 30 de abril. Cada participante poderá levar até três acompanhantes.  Mais informações podem ser encontradas no site da ADJ www.adj.org.br

Informações sobre a Medtronic podem ser encontradas no site www.medtronicdiabetes.com.br.

Serviço:

Olimpíadas do Lenny

Local do eventoAcampamento Aruanã  – Rua João Antônio Carlos, 250, Embu-Guaçu – SP

Data e horário: 17 de maio, das 9h às 17h

Local da partida: Estacionamento do Shopping Center Norte

Encerramento das inscrições: 30 de abril

Inscrições: pelo telefone 11 3675-3266 (com Débora ou Paula)