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A Páscoa está aí!

A Páscoa chegou! Para mim, foi um dos eventos que mais mudou depois do diabetes. Nada de ganhar um monte de ovos de Páscoa. Nada de me esbaldar no chocolate. Mas, quer saber, tem lá suas vantagens. Quais?

Eu não preciso reclamar dos quilinhos a mais na semana que se segue à Páscoa, por exemplo. Passei, também, a curtir mais o significado do evento do que o lado comercial. Pra mim, Páscoa é tempo mesmo de renascer, de renovação. É tempo de pensar nisso. Temos sempre de nos reinventar. Acho que ao me tornar diabética, tive de fazer isso. E faço isso dia após dia.

Para quem não dispensa o chocolate, hoje temos tantas, mas tantas opções. A Folha OnLine do dia 28/03 trouxe uma matéria com as principais marcas.

Na reportagem, são citados a seguintes (acrescento os meus comentários):

Brasil Cacau – não conheço

Gold Nutrition – o chocolate de tablete é muito bom, o ovo deve ser também

Cristallo adoro os doces da Cristallo, o ovo deve ter a mesma qualidade, mas o precinhos são meio salgados

Garoto – o Talento tem o selo da Anad e é um dos poucos que tem algo além do chocolate, como avelãs. Uma delícia!

Nestlé – dispensa comentários, mas a novidade é o meio amargo. O tabelte é muito, muito bom!

Village não tem ovo diet, mas tem a colomba, que também tem 0% de lactose. É um poquinho seca, mas boa!

Minhas sugestões:

Pan – tem uma linha de chocolates diet. Tem também ovos diet ao leite e diet com avelã.

Day by Diet – uma vez, ganhei uma cesta de uma funcionária minha. Adorei! Tem ovo!

Cacau Show – as lojas estão espalhadas por várias regiões. Tem várias opções diet de bombons e tabletes.

E você? Qual sua dica para a Páscoa?

Completando…

Havia me esquecido da tradicionalíssima Kopenhagen. Sabe que eu não sou muito fã do diet deles? Acho meio salgado… Tem um que é light e diet que acho melhor.

Tem uma chocolateria no bairro de Higienópolis, aqui em São Paulo, chamada ChocoLab, que tem uns chocolatinhos diet muito bons.

Ah! Acabei de ver que a Ofner lançou o Ovo Zero, sem adição de açúcares, que têm o selo da Anad. Amo os doces diet deles. O ovo deve ser bom também, imagino. E os recheios são variados: chocolate diet, avelã, caju e nozes.

Para quem está a fim de dar um presente especial, investir mais, a Chocolate du Jour tem o Cofrinho do Coelho – Diet.

E a sua cidade? O que oferece para os diabéticos?

A Catia está decepcionada com a sua cidade, no interior do Estado do Rio de Janeiro, porque lá não há opções para diabéticos e as que existem são caras demais. Nossa participante de pseudônimo “Sonhadora” é de Portugal e diz que lá também não há muita variedade. Já Joseane está muito feliz com as opções da região de Campinas, interior de São Paulo, e não é para menos, parece que está melhor do que eu aqui em São Paulo. Ela listou no comentário do post anterior os locais que frequenta que oferecem comidinhas diet. Fiquei bege (risos)! São tantos!

E você? Como é a sua cidade nesse aspecto? Liste os locais mais bacanas. E se não há locais, o que você faz para driblar isso? Receitinhas? Divida. Compartilhe com a gente, vai!

São Paulo: melhor cidade do mundo para diabéticos

Avenida 23 de maio

São Paulo, minha cidade querida que completou 456 anos no último dia 25, é a melhor cidade do mundo para ser diabético (se é que isso é possível). Por que? Porque, aqui, temos opções de produtos sem açúcar em muitos e muitos lugares. Não precisamos rodar muito para achar uma doceira, ou uma padaria que tenha produtos especialmente feito pra gente. Os supermercados também trazem variedade de produtos diet. E até alguns restaurantes apresentam, no cardápio, opções dietéticas.

Viaduto do Chá

Estaria perdida se fosse diabética na França ou na Itália, onde é difícil encontrar até mesmo adoçante nos cafés. Às vezes, levava na bolsa para não correr o risco de ficar sem. Nos EUA, há muitas opções, mas é mais fácil encontrar em drogarias e casas especializadas, mas alguns restaurantes, dependendo da região têm oferecido alguma coisa. Mas, sei lá, a sensação que tenho quando vou lá é que até a salada deles engorda.

Sobre o Brasil em geral, peço as minhas colegas de Paraty, Curitiba, Brasília e outras cidades país a fora que relatem.

Meus locais preferidos para comidinhas diet na minha cidade:

SUPERMERCADOS
– Futurama: boa variedade, preço mais baixo.
– Pão-de-Açúcar: grande variedade, mas o preço é salgado.
– Casa Santa Luzia: reserva uma área só pra gente, preço alto.

DOCEIRAS:
– Amor aos Pedaços: boa variedade, excelente qualidade, preço alto.
– Day by Diet: um misto de mercadinho com doceira, fabricam e distribuem para restaurantes, doceiras e supermercados.
– Cristalo: boa e cara.
– Choco Lab: adoro o bolo quente com geléia de amora.

PADARIAS:
– Cepam: a maior variedade.
– Galeria dos Pães: diversas opções

RESTAURANTES:
– Wraps: opção de sobremesa.
– América: doce com preço salgado, mas…

Está com vontade de bolo de chocolate. Por que não?

Ter vontade de comer bolo de chocolate e poder comer bolo de chocolate é uma maravilha, um luxo! Pode parecer bobo para quem tem vontade e vai à padaria ou à doceira da esquinha e compra um pedaço de bolo de chocolate ou um bolo inteiro. Pode parecer bobo para quem sabe fazer um bolo de chocolate e simplesmente faz. Eu não sou de fazer bolo. Minha mãe é, minha irmã é. Meu negócio é salgado. Salmão ao forno. Frango oriental. Invenções. Salgadas, sempre. Dificilmente me arrisco num doce. Bolo? Confesso, nunca fiz. Fazia brigadeirão. Isso era em outra época, quando não era diabética. Perdi a mão. E a receita. Não sei mais fazer brigadeirão.

Justamente por esta inabilidade ou falta de vontade de fazer bolo, ainda mais bolo de chocolate, é que minha vida mudou (exagero, é claro!) depois que encontrei o Bolo Zero da Casa Suiça. Ô… coisa boa! Ninguém diz que é dietético não. Meu marido, que odeia adoçante, gosta do tal do bolo. Ele já comprou do normal, com açúcar, mas prefere o zero. E não é um bolinho qualquer. Tem até recheio! Vocês acreditam?

Quando vou ao mercado, compro logo uns três. Deixo no armário. Quando tenho vontade do meu bolo de chocolate, sinto-me como se estivesse indo até a minha doceira preferida comprá-lo ou pegando os ingrediente para fazer um delicioso bolo de chocolate. Corto uma fatia. Tomo um café com leite para acompanhar. Quando quero incrementar, nada como uma bola de sorvete de creme. Humm… Parece até que pedi um Petit Gateau na melhor doceira da cidade! Tudo bem, eu sei, mesmo sendo diet, há de se ter controle, comer um pedacinho só por vez.

Alegria de pobre? Não senhor. Esse tal bolinho não é nada barato. O sorvete diet também não. Alegria, sim, de diabético. Só acho que os produtos diet deviam ter preços mais acessíveis, porque acabam ficando restritos a uma parcela pequena da população diabética.

E o melhor é que durante a gravidez era um dos poucos alimentos gostosos que não alterava quase nada a minha glicemia. Lógico, o pedaço era bem pequenininho.

Gravidez e diabetes: desejos

A Margarete, assídua frequentadora deste blog, deixou um comentário no post anterior perguntando sobre os meus desejos na gravidez. Sabe que eu não os tenho? Tive algumas vontades, mas não era nada desesperador. Tinha vontade de comer frango assado, mas só nos três primeiros meses. E, outro dia, quis um bolinho diet com geléia de amora, também diet, que tem numa casa de chocolate no bairro de Higienópolis, aqui em São Paulo. Chama-se Lab. Como fiz o ultrasom naquele dia, aproveitei para traçar um. E matei a minha vontade.

Tive algumas aversões também, por exemplo, por qualquer legume muito aguado, tipo chuchu. Não conseguia comer arroz. E café, que eu amo de paixão, não descia de jeito nenhum. Não conseguia sentir nem o cheiro. Passou, mas eu continuo maneirando. Tomo uma ou duas xícaras por dia, apenas. Antes da gravidez, passava o dia tomando café. Na minha dieta, o jantar era salada e grelhado. Tinha dias que a salada não ia. Se fosse no almoço, tudo bem. Mas à noite queria outras coisas. Também passou.

Os desejos que eu tenho são outros. São desejos que a Margarete também deve ter tido em sua gravidez: que eu consiga controlar minha glicemia direitinho até o final, que o meu filho nasça bem e não tenha nenhuma complicação por causa do meu distúrbio, que ele não venha a ter diabetes (o que vai ser difícil, já que o meu diabetes é MODY* e tem um fator hereditário enorme), nem agora, nem quando for mais velho, mas se for para ele ter, que ele viva bem de qualquer forma.

*às vezes, falo que sou tipo 2, porque é mais fácil das pessoas entenderem que não sou insulino-depentente, mas o meu diabetes provavelmente é MODY, um tipo genético que passa por gerações. A minha mãe tem, além de mim, e mais dois irmãos. Eu adquiri com 29 anos, meu irmão com 25 anos, e a minha irmã com 36. Dois ainda não tem e espero que não venham a ter. A vantagem, se é que isso existe em se tratando de doença, é que o MODY é de mais fácil controle, não é insulino-dependente, e traz menos complicações. Pelo menos é o que dizem os estudos até agora. Mas temos de ter todo o controle, claro, como qualquer diabético.

Gravidez e diabetes: aprontando

Olha, confesso que ontem abusei. Foi aniversário da minha mãe. Como o pessoal chega tarde, belisquei umas besteirinhas. Por volta de 17h, havia tomado um café com leite e um pão-de-queijo delicioso no Pão-de-Queijo Hadock Lobo. Fui para a minha mãe por volta de 20h, quando comecei a comer as besteirinhas, mas ainda teríamos pizza. Quando tirei a glicemia, por volta de 22h, estava 192. E pensei: “e, agora, como vou comer pizza?”.

Ah! Tomei 3U de Humalog. Passaram-se uns 25 minutos, tirei a glicemia e estava em 156. Tomei mais 1U antes de comer um pedaço e meio de pizza e torta mousse de chocolate diet de sobremesa. Aliás, aprovadíssima. Como lá em casa, eu, minha mãe, minha irmã e meu irmão somos diabéticos (só tenho um irmão e uma irmã que não têm diabetes), e ainda viria uma tia diabética, passei na Galeria dos Pães, na Estados Unidos com a Hadock Lobo, na região dos Jardins, aqui em São Paulo, e comprei a nossa opção diet. Lá, eles têm uma boa variedade de doces sem adição de açúcar, entre eles, brigadeiro de colher (uma delícia!).

Voltando as minhas estripulias, até que a tática deu certo. Uma hora depois da comilança, a minha glicemia estava em 155. A minha meta para este período é 150. Hoje de manhã, estava acima da meta estabelecida, que seria 90, mas estava em 100.

O erro foi ficar beliscando. Devia ter feito um lanchinho intermediário, por volta de 20h. E, depois, aguardar o tempo de chegada da pizza. Tomar a Humalog, 2U, como eu sempre tomo, que o controle teria sido melhor e mais fácil. E a minha glicemia estaria dentro dos 90 hoje. E tenho de evitar comer tão tarde. Só fiz isso porque era uma exceção. Afinal, era aniversário da minha mãe.

Mais uma opção de sobremesa diet

Queijo com Damasco

Queijo com Damasco: light, que é diet

Como eu já falei aqui, agora, durante a gravidez, eu estou  fazendo o acompanhamento com uma nutricionista. E tem sido muito bacana para o controle do meu peso e da minha glicemia. Na quarta-feira, dia 13, tenho a minha consulta do mês. Ela vê o quanto eu engordei, se está dentro do planejado. Faz as dobras cutâneas para saber o quanto do peso que engordei é gordura e quanto não é. Tira todas as medidas. Passa o cardápio de cada refeição. É bem bacana porque você faz todo o acompanhamento. Eu estou adorando.

E ela, a Alessandra, tem uma pastinha com todos os produtos diet que existem. E ela me apresentou uma sugestão bem legal de sobremesa. Experimentei e aprovei. É um queijo danúbio com geléia. Tem de frutas vermelhas e de damasco. Mas atençnao ao rótulo. O que eu achei meio confuso é que tem os cheesecakes, que são light, mas adoçados com açúcar. E tem os queijinhos com geléia, que são light, e adoçados com adoçante. O negócio é ficar de olho no rótulo, porque as embalagens são muito parecidas. E vamos falar com a empresa para difrenciar melhor um tipo do outro.

Eu encontrei, aqui em São Paulo, no supermercado Pão de Açúcar. Se você tiver dificuldade de encontrar, entre no site da Danúbio e  informe-se. A proveite para ver os rótulos dos produtos.

Serviço:

www.danubio.com.br