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“Qual é o melhor exercício? Aquele que você adere!”, Rosana Radominski, durante o Congresso Brasileiro de Obesidade

Pensa bem, o que adianta você insistir em fazer uma atividade que não gosta e desistir uma semana depois. Mais vale você investir em algo que dê prazer. E se for algo incômodo para você, que seja breve. A adesão ao tratamento é o mais importante. Aderindo, e começando a ver os resultados, você é capaz de seguir em frente. E até aderir a outras atividades menos prazeirosas com o tempo.

Você gosta de jogar futebol? Ok, uma partidinha com os amigos duas vezes por semana já vai fazer uma baita diferença. E, aí, quem sabe, você não emenda um treino resistido. Gosta de caminhar? Comece a fazer mais coisas a pé, deixe o carro em casa, use a bike, desça um ponto de ônibus antes, use as escadas. Com o tempo, e mais disposição, pode ser que você inclua outras atividades na rotina.

Durante o Congresso de Obesidade, que este ano foi em Recife, no mês de abril, a endocrinologista Rosana Radominski, de Curitiba, abordou o assunto. Para ela, o melhor exercício é aquele que o paciente adere. E lembrou que, para uma pessoa com obesidade grave, uma caminhada já é um exercício e tanto. Não adianta prescrever exercícios que os pacientes não vão aderir.

Eu voltei à atividade física pelo tênis. Fiquei um tempão só no tênis, duas vezes por semana. Depois, acabei emendando yoga, musculação, esteira. Hoje, substitui a musculação por um treino de alta intensidade, que dura 10 minutos, mas faz uma baita diferença. Quero fazer dança e por aí vai…

O que você gosta? Pense, sinta e comece!

Perda de peso sustentada: exercício físico, controle alimentar, controle do diabetes, apoio profissional

Não teve dieta maluca, nem dieta da moda. Não teve treino de horas, nada mirabolante. O que teve?

Como consegui perder 10 quilos nos últimos sete meses:

  1. Teve disciplina, teve treino dentro das minhas possibilidades e tempo.
  2. Teve controle alimentar. Como de tudo, pouco. Aumentei um pouco a ingestão de proteína. Reduzi um pouco o carboidrato.
  3. Teve acompanhamento profissional.
  4. Teve respeito ao corpo e aos limites.
  5. E tem a resposta metabólica, cada um tem a sua.

Assim foram embora 10 quilos de novembro pra cá, sendo sete desde janeiro, quando intensifiquei a atividade física. Perder peso não é a parte mais difícil do processo. A manutenção do peso, sim. Sabe-se que 80% das pessoas que perdem peso não conseguem manter e acabam por reganhar todo peso perdido.

Alguns estudos têm se debruçado sobre este problema. Semana passada, a pesquisadora Maria Van Baak, da Holanda, apresentou no Congresso Europeu de Obesidade, no Porto, em Portugal,  uma avaliação de estudos (metanálise) sobre variáveis na recidiva de peso após a perda de peso por reeducação alimentar. Existe uma crença de que perder peso muito rapidamente seria um fator para reganho. Em sua palestra, Van Baak destacou que o tempo da perda de peso não influencia o reganho, ou seja, perder peso rápido ou mais lentamente não teria impacto sobre o reganho de peso. Também não se observou associação com o tamanho dos adipócitos (células que armazenam gorduras e regulam a temperatura corporal) e a recidiva do peso.

Em relação à genética, as análises não identificaram um único gene responsável pelo reganho de peso após perda de peso por reeducação alimentar, mas uma associação de genes poderia ter algum efeito.

O único fator relevante identificado nas análises foi a perda de massa magra durante o processo de perda de peso, por reduzir a taxa metabólica basal (quantidade mínima de energia/calorias necessária para manter as funções vitais do organismo em repouso – McARDLE e col., 1992 . Pode variar de acordo com o sexo, peso, altura, idade e nível de atividade física). “Nesse aspecto, se torna imprescindível a prescrição de exercício físico, com ênfase no exercício resistido, para um processo eficaz de perda de peso, evitando o reganho, assim como o aumento da ingestão de proteína”, ressalta o endocrinologista da Universidade Federal de Pernambuco, Fábio Moura, diretor da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

O especialista lembra que não existe muita diferença, em relação à perda de peso, em pessoas que se submeteram à dieta e as que se submeteram à dieta acompanhada de exercício físico, mas há muito diferença caso se observe a composição corporal.

Bom, tudo isso, eu estou observando na prática. Já estive mais magra, em peso, do que estou agora, mas minha composição corporal nunca foi tão saudável: menos gordura, mais massa magra, boa hidratação. Porque estou firme na atividade física e no controle alimentar: os dois juntos. A minha disposição também mudou muito. Como faço ioga, a flexibilidade está muito melhor de uns tempos pra cá; e a meditação e o tênis (pratico uma vez por semana) me ajudam com o estresse e a ansiedade do dia a dia.

Nem tudo é perfeito. Tem dia de preguiça. Tem dia que quero pizza. Tem dia que quero cerveja. Tem dia que não faço os controles. Mas vou me respeitando. Um dia de cada vez. Se dou uma escorregada em um dia, conserto no dia seguinte. Sem estresse, sem pressão, sem cobrança. Tem dado certo!

Como monitorar melhor o seu diabetes?

Para Viver melhor com Diabetes, uma das melhores ferramentas é o monitoramento contínuo. Assim como em qualquer área da sua vida, uma doença crônica exige gestão. O monitoramento do diabetes é uma das ferramentas de gestão da doença. Não a única.

O que é o monitoramento em diabetes?

Você tem um monitor de glicose? Você usa o seu monitor ou ele está jogado na sua gaveta? Com que frequência? Você sabe a importância dessa prática? Você troca as informações sobre o seus resultados com o seu profissional de saúde? Vocês, juntos, decidem melhores estratégias de controle a partir desses resultados da glicemia? 

 

Anote suas glicemias

Hoje, muitos monitores trazem softwares super avançados que permitem um controle melhor e a interligação de informações. Esses relatórios, quando baixados em seus computadores podem ser compartilhados com os profissionais de saúde (médicos, nutricionistas, e outros) que fazem seu acompanhamento.

Se você não tem prática, não recebe nenhum insumo do SUS, e os gastos com o monitoramento são por sua conta, uma dica que eu dou, para os diabéticos tipo 2, é fazer todo mês uma semana de acompanhamento detalhado, com medidas de jejum, pré e pós-refeições e madrugada. Isso já é uma boa prática para acompanhar o diabetes, saber como sua glicemia se comporta com certos alimentos e situações (dormir menos, estresse, ansiedade, menstruação…). Já dá alguns bons indicativos de como agir e municiam o profissional de saúde com informações essenciais para o direcionamento da abordagem para o tratamento do diabetes.

Muitos falam do preço das fitas. Sim. Não é barato, mas é um investimento que vale a pena, porque poupa a sua saúde, ajuda a preservá-la e isso faz com que você se mantenha produtivo por mais tempo. Ao contrário, se não nos cuidamos, corremos o risco de perder nosso bem mais valioso: a nossa saúde.

Vamos cuidar? Vamos vencer o diabetes? Conte-nos a sua experiência no monitoramento e gestão da doença nos comentários.

**Note:** > O ano de 1922 foi marcante não só para a arte, mas também para a saúde. Foi neste ano que se foi aplicada a primeira insulina em um menono de 14 anos, um marco no tratamento do diabetes. >

Os primeiros monitores verificavam a glicose na urina. Um detalhe, o açúcar na urina só aparece quando a pessoa está com glicemia acima de 180 mg/dl.

Para melhor gestão do diabetes, monitoramento é essencial

Há duas semana, recebi da farmacêutica Abbott um monitor de glicose Free Style Libre para testar. Não só eu, mas um grupo de blogueiros de diabetes. A ideia da empresa era ter uma noção das impressões e dúvidas que podiam surgir neste grupo, a fim de trabalhá-las para o lançamento no mercado, que ocorre este mês. Uma prática comum em marketing. Não recebemos nada por isso, a não ser o kit do monitor + dois sensores, que o que será vendido para o público. Semana passada, estivemos todos juntos no evento de lançamento, na quarta-feira, dia 1 de junho, no Oscar Café, onde pude rever os blogueiros que conheço e conhecer pessoalmente alguns, como o Pablo Silva, do Eu e a Bete, do Rio, que faz um trabalho bem bacana nas redes sociais!

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Quando fui contatada, dei uma resistida, sabe? Não conseguia ver tanta utilidade nele, já que não faço uso de insulina, e não monitoro com tanta frequência quanto alguém com diabetes tipo 1. Meu tipo de diabetes é MODY, um diabetes genético (alteração cromossômica), em um outro post explico melhor. O fato é que trato com sulfa, hipoglicemiante oral, e tinha dificuldade de ver no monitor um número alto, e ficar sem saber o que fazer com ele. Na gravidez, quando estava alta, corrigia com insulina rápida e pronto. Hoje, é um pouco mais complexo corrigir, mas é possível.

A aplicação não dói absolutamente nada. Apesar de assustar um pouco, por conta do tamanho do aplicador. Coloca-se na parte de trás do braço. No começo, achei bem estranho andar com isso no braço para cima  e para baixo. Nos dois primeiros dias, cheguei a sentir um incômodo, mas passou. Amanhã, completo 14 dias, e até esqueço que estou com ele no braço.

Estranhei o primeiro banho, fiquei com medo que caísse devido a temperatura da água, mas não. Também sou super estabanada, já o bati algumas vezes na parede e ele continua lá. Durmo em cima do braço, e tudo bem, nada aconteceu.

O que aconteceu de verdade foi uma mudança no meu comportamento a partir do aumento no número de glicemias diárias. No jejum, antes e após as refeições. Dando de cara com a realidade, que não estava nada bonita, comecei a mudar meu comportamento, minhas escolhas alimentares. Como a minha alimentação melhorou nas últimas semanas! Porque afinal não dá para ver uma glicemia de 250 e não fazer nada. Foi o que aconteceu logo no meu primeiro final de semana. Fui almoçar com amigos. Glicemia pré-almoço: 250. E agora? Deixo de comer? Que nada! Vamos lá! Se eu não tivesse noção da minha glicemia, qual seria a minha escolha? Massa! Com a informação em mãos, o que eu fiz? Escolhi o buffet de salada: além das folhas, optei por carpaccio, rosbife, e muito pouco carboidrato (um pires de café de penne). Ainda fui de sobremesa diet: frozen yogurt com calda de goiabada diet. Glicemia uma hora após o almoço: 100. Glicemia três horas depois: 72. Quase hipo!

Baixei um aplicativo de contagem de calorias, e de nutrientes, chamado MyFitnessPall. Gostei muito! E fui controlando. Com isso, emagreci uns dois quilos.

A vantagem que senti foi essa: poder gerir melhor a doença. É como uma empresa, se a gente não a conhece a fundo, se não mergulha nas finanças, na administração de pessoas, em cada detalhe, não há como geri-la. Com o diabetes, a mesma coisa: se eu só fico sabendo o que está acontecendo com o  meu corpo quando vou ao médico, como poderei gerir a minha doença?

Tudo bem, eu concordo com você, o Free Style Libre tem um precinho ainda salgado, até porque se trata de uma nova tecnologia, e a empresa investiu tempo e dinheiro no desenvolvimento. Para quem tem diabetes tipo 2 e pode investir, acho super válido. Para quem não pode, minha sugestão é investir no método tradicional: ponta de dedo. Faça a ponta de dedo direto, pelo menos por uma semana (se der sempre, melhor), nos horários:   jejum, duas horas pós-café da manhã, antes do almoço, duas horas depois do almoço, antes do lanche da tarde, duas horas após; antes do jantar e duas horas após. Se der, faça uma na madrugada. Leve ao seu médico, se tiver acompanhamento com nutricionista, para ele também, para avaliarem juntos os dados, e decidirem juntos as mudanças necessárias no seu tratamento.

Tome as rédeas da sua vida! Controle, monitore o seu diabetes!

Quer saber mais sobre o Free Style Libre e sua tecnologia, como faz para comprar, dúvidas técnicas, leia abaixo o release:

As rotineiras1 picadas no dedo são coisa do passado parabrasileiros com diabetes

PRODUTO EXCLUSIVO NO MERCADO, FREESTYLE® LIBRE NÃO REQUER CALIBRAÇÃO2, APRESENTA

RESULTADO DA GLICOSE EM TEMPO REAL E GUARDA 96 MEDIDAS DE GLICOSE A CADA 24 HORAS

São Paulo, 2 de junho de 2016 – A Abbott, empresa global de cuidados para a
saúde, lança no mercado brasileiro o FreeStyle® Libre, uma nova tecnologia
revolucionária de monitoramento de glicose para as pessoas com diabetes. Com
aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Agência Nacional
de Telecomunicações (Anatel), o produto é a única solução do mercado que livra o
paciente da rotina1 diária de picadas no dedo.

O FreeStyle® Libre é composto de um sensor e um leitor. O sensor é redondo, tem o
tamanho de uma moeda de 1 real e é aplicado de forma indolor na parte traseira
superior do braço. Este sensor capta os níveis de glicose por meio de um
microfilamento (0,4 milímetro de largura por 5 milímetros de comprimento) que, sob a
pele e em contato com o líquido intersticial, mensura a cada minuto a glicose presente
no líquido intersticial. O leitor é escaneado sobre o sensor e mostra o valor da glicose
medida em menos de um segundo.

Para fazer o monitoramento, o paciente precisa apenas passar o leitor sob
a superfície do sensor e a medida da glicose aparece na tela do aparelho.
A leitura pode ser feita mesmo sobre a roupa3. Cada sensor pode
permanecer no braço do paciente por até 14 dias consecutivos, sem que
seja necessário trocá-lo. Além disso, nenhuma picada no dedo é necessária
para a calibração2, outro diferencial importante no sistema de
monitorização contínua de glicose.

“O novo monitor contribui para que as pessoas com diabetes tenham mais liberdade
para aproveitar uma vida saudável e ativa, trazendo mais conforto à rotina de controle
da glicose”, diz Sandro Rodrigues, Country Manager da Divisão de Cuidados para
Diabetes da Abbott no Brasil.

Cada leitura do aparelho sobre o sensor apresenta um resultado de glicose em tempo
real, trazendo um histórico das últimas 8 horas e a tendência da glicose, se está
subindo, descendo ou se mantendo estável. “É muito diferente dos glicosímetros
convencionais, que conseguem registrar apenas um retrato estático do nível glicêmico
feito no momento da picada. O FreeStyle® Libre faz uma leitura contínua, o que pode
influenciar muito no acompanhamento individual do diabético e, o melhor, sem
precisar de picadas doloridas nos dedos. Ao fazer com que o paciente participe mais do
controle da doença, a tecnologia também acaba estreitando a relação médico/paciente,
o que é muito saudável”, explica Rodrigues. O leitor tem capacidade para
guardar até 90 dias de dados.

News Release
De acordo com dados da Federação Internacional de Diabetes (FDI), em todo o mundo mais de 400 milhões de pessoas têm a doença e um alto percentual vive em países em desenvolvimento4. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, já são cerca de 14 milhões de pessoas com diabetes e, a cada dia, aparecem 500 novos casos5. Segundo levantamento da Sociedade Brasileira de Diabetes, com base em números do Ministério da Saúde, 90% desses pacientes são portadores do diabetes tipo 2. Os 10% restantes são do tipo 16.

O Sistema FreeStyle® Libre é projetado para atender às necessidades de todos os diabéticos, tanto do tipo 1 como do tipo 2. Voltado exclusivamente para maiores de 18 anos.

Para que o consumidor tenha prioridade na compra, basta acessar http://www.freestylelibre.com.br e preencher um cadastro. “Neste primeiro momento, optamos pela venda exclusiva online. Nosso objetivo é ter capacidade para atender, com agilidade, pacientes em qualquer região do país”, destaca Rodrigues.

As principais características do Sistema Flash de Monitoramento da Glicose – FreeStyle® Libre são:

  • Não requer calibração com a ponta de dedo.
  • Sensor resistente à água7 e descartável, que deve ser usado na parte traseira superior do braço por até 14 dias.
  • As leituras de glicose podem ser feitas várias vezes ao dia, conforme necessário ou desejado.
  • O leitor guarda 96 medidas de glicose a cada 24 horas.
  • Cada scan do leitor sobre o sensor traz uma leitura de glicose atual, um histórico das últimas 8 horas e a tendência do nível de glicose.
  • Estes dados permitem que paciente e profissionais de saúde tomem decisões mais assertivas em relação ao tratamento do diabetes. Perfil Ambulatorial da Glicose (AGP – Ambulatory Glucose Profile) A maioria das pessoas com diabetes não está atingindo seus objetivos em relação ao nível de glicose8,9,10, muitas vezes porque os dados gerados por seus medidores não fornecem uma imagem clara de onde sua glicose estava até pouco antes da leitura, ou por desconhecerem como suas ações impactam seus níveis de glicose.O Sistema FreeStyle® Libre oferece aos usuários e seus médicos o Perfil Ambulatorial da Glicose (AGP), um relatório visual de um dia típico das pessoas, utilizando os dados de glicose revelando tendências hipoglicêmicas e hiperglicêmicas para facilitar uma melhor terapia e educação do paciente. Os dados são apresentados de forma simplificada e bastante amigável, visualmente por meio de um gráfico que proporciona aos médicos a possibilidade de vincular as tendências dos níveis da glicose para auxiliar na tomada de decisão clínica, permitindo uma discussão mais produtiva entre médicos e pacientes. Um estudo recente11 conduzido pela Abbott mostrou que a precisão do Sistema FreeStyle Libre® foi clinicamente comprovada, ficando estável e consistente ao longo de 14 dias sem a necessidade de picadas rotineiras1 no dedo para calibração.

    Sobre a Abbott
    Na Abbott, estamos comprometidos a ajudar você a viver da melhor maneira possível, por meio do poder transformador da saúde. Por mais de 125 anos, apresentamos ao mundo produtos e tecnologias inovadores – em nutrição, diagnóstico, dispositivos médicos e medicamentos de marca -, criando mais possibilidades, para mais pessoas,
    em todas as fases de suas vidas. Hoje, somos 74 mil colaboradores, em mais de 150 países, trabalhando para ajudar as pessoas a viver mais e melhor.

    Presente no Brasil há 79 anos, a Abbott trabalha para proporcionar às pessoas um melhor acesso a soluções médicas e de saúde inovadoras, contribuindo para o desenvolvimento dos cuidados para a saúde em todo o país. No Brasil, a empresa emprega aproximadamente 1.400 colaboradores em áreas como produção, pesquisa e desenvolvimento, logística, vendas e marketing. As principais unidades da Abbott no país ficam em São Paulo e Rio de Janeiro, cidade onde está o parque fabril da empresa.

    Acesse http://www.abbottbrasil.com.br e fique em contato conosco pelo Facebook/Abbott Brasil.

Referências 1. Circunstâncias nas quais o teste de ponta de dedo é necessário para conferir as leituras da glicose do Sistema Flash de Monitoramento da Glicose: durante períodos de rápida alteração nos níveis da glicose (a glicose do fluido intersticial pode não refletir com precisão o nível da glicose no sangue). Para confirmar uma hipoglicemia ou uma iminente hipoglicemia registrada pelo sensor. Quando os sintomas não corresponderem às leituras do sistema flash de monitoramento da glicose. 2. Bailey, T., Bode, B. W., Christiansen, M. P., Klaff, L. J., & Alva, S. (2015). The Performance and Usability of a Factory-Calibrated Flash Glucose Monitoring System. Diabetes Technology & Therapeutics.
3. O leitor pode escanear através da roupa com espessura de até 4 mm.
4. Federação Internacional de Diabetes (FID). Off to the right start. Dia Mundial do Diabetes. Guidebook 2014. Site. [Acessado em abril. 2015]. Disponível em http://www.idf.org/sites/default/files/wdd-guidebook-2014-en.pdf
5. Ministério da Saúde. Insulinas análogas de longa ação Diabetes Mellitus tipo II. Relatório de Recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS – CONITEC – 103. 2014:15.
6. Sociedade Brasileira de Diabetes. Site do Dia Mundial do Diabetes. [Acessado em abril. 2015]. Disponível em http://www.diamundialdodiabetes.org.br/2015/04/24/dia-mundial-do-diabetes-2014-press-release-2014/
7. O sensor é resistente à água em até 1 metro de profundidade. Não mergulhar por mais de 30 minutos.
8. Davies M. The reality of glycaemic control in insulin treated diabetes: defining the clinical challenges. Int J Obes Relat Metab Disord 2004;28 Suppl 2:S14–22. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15306833
9. Del Prato S, Felton AM, Munro N et al. Improving glucose management: 10 steps to get more patients with type 2 diabetes to glycaemic goal. Int J Clin Pract 2005;59:1345–55. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16236091
10. Alvarez Guisasola F, Mavros P, Nocea G et al. Glycaemic control among patients with type 2 diabetes mellitus in seven European countries: findings from the Real-Life Effectiveness and Care Patterns of Diabetes Management (RECAP-DM) study. Diabetes Obes Metab 2008;10 Suppl 1:8
11. Data on File, Abbott Diabetes Care Inc, Clinical Report: Evaluation of the Accuracy of the Abbott Sensor-Based Interstitial Glucose Monitoring System 2014
RMS ANVISA: 80146501903 / ANATEL – 4072-14-9992.

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Você só fala sobre DIABETES?

Manu e a mamãe, blogueira convidada do Viver, Fernanda Estessi, do Facebook InsulinaAmiga

Manu e a mamãe, blogueira convidada do Viver, Fernanda Estessi, do Facebook InsulinaAmiga

Fique atenta! Você já se deu conta que o diabetes permeia todos as suas conversas. Que tal um pouquinho de moderação? Vale a pena ler o texto da nossa BLOGUEIRA CONVIDADA, Fernanda Estessi, sobre o tema.

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Sabe aquela pessoa que vc pergunta: “oi! Tudo bem?” E ela te responde: “ai… Não tá tudo bem não.” E começa a fazer um relatório detalhado da vida toda? Quem curte? Pois é. É sobre isso que vou falar nesse post.

Mães já tem uma tendência natural de só falar do filho. Tudo o que vai dizer, é sobre o filho. Quando é de uma mãe prá outra, vá lá. A gente se entende. Mas pra quem não é mãe, o assunto vira um porre. Sei bem o que é isso. Adoooooro falar das minhas filhas. Todos os assuntos se encaixam pra comentar alguma coisinha sobre elas. E quando estão doentes, então? Se deixar, a gente conta até quantos ml de remédio eles estão tomando. E quando a gente tem um DM1? Aí eu vou te contar uma coisa: esse é o assunto. Mas perceba: a maioria das pessoas NÃO É DM1. A maioria das pessoas NÃO TEM DM1 na família. Então, a gente nem deveria se empolgar falando demais.

“Sabe quantas unidades de insulina meu filho toma?…” >> lembro que quando eu estava no hospital com a Manu, eu ouvia as enfermeiras dizendo que dariam x unidades pra Manu. E eu pensava… Como assim “unidades”? Antes do DM1, a gente só ouvia falar em ml. Não em unidades… Só agora é que essa tal de unidade ficou familiar e entendemos o que isso quer dizer. “A caneta… a bomba…” >> cara! Como assim “caneta”? Como assim “bomba”? Isso não era nem de longe um termo ok pra você há um tempo atrás. E, de repente, vc se vê falando que seu filho usa caneta ou que usa bomba… Isso parece papo de doido! “Depois que ele come, dou insulina pra “queimar” o carbo”…>> queimar? Queimar?? Meu docinho acordou com hipo >> sério: até dois meses atrás eu nunca tinha ouvido uma quantidade tão gigante de mães se referindo aos seus filhos como doces/docinhos.

Acredite: isso não é algo natural para as outras pessoas. Preciso manter a glicemia boa pra glicada ficar até 7 no próximo exame>> mães de DM1: pra mim e pra vc essa afirmação faz TODO SENTIDO DO MUNDO e vivemos pra que a vida deles continue assim. Mas 98% ou mais das pessoas com as quais convivemos, não fazem ideia do que é essa tal de glicada e muito menos entendem porque ela tem que ficar abaixo de 7. E só mais um dos nossos termos estranhos: “será que meu docinho tá em lua de mel?”

Tô dizendo tudo isso pra que nem eu, nem vc, mãe de um DM1, saia por aí falando da vida do seu filho desenfreadamente, como se todo mundo tivesse a obrigação de entender o que estamos falando. Nossas vidas giram em torno deles sim e dedicamos todo nosso tempo a eles. Mas a gente não pode ser a chata que só fala nisso, ok? Senão, as pessoas vão começar a se distanciar de vc e vc nem vai saber por quê. Aliás, a página InsulinaAmiga surgiu exatamente por isso. Não era justo com meus amigos virtuais dividir o que eu passava com a Manu todos os dias. Melhor escrever o que quero numa página exclusiva pra isso onde tenho a certeza de que quem quiser ler, é porque realmente se interessa pelo assunto.

É como as marcas que as lancetas deixam nos dedinhos deles. Ninguém percebe. Sério! Dá pra levar numa boa. As marquinhas só vão se tornar evidentes se vc mostrar no detalhe. E, se alguém quiser saber mais sobre isso, aí sim vc conta tudinho. Sacou? Concorda comigo?

Fernanda e Manu

Fernanda e Manu

A partir de agora, teremos postagens da Fernanda Estessi, da página do Face “Insulinamiga”, aqui no blog. A Fernanda é publicitária, gerente de projetos, mãe da Manu (diagnosticada DM1 há seis meses), e da super Gi, linda adolescente. Mãe, mulher, profissional, cuidadora, mamãe pâncreas. Direta, sensível, prestativa, prática, organizada. Excelente escritora, consegue traduzir o que as mamães pâncreas sentem. Leiam, opinem, participem! E acompanhem a Fernanda no Facebook >>> http://goo.gl/JCqpKE

POR QUE MESMO SE CUIDAR?

Seis meses de diagnóstico da Manuela me fazem ficar mais certa a cada dia: cuidar de crianças com diabetes é infinitamente mais simples do que ver um adulto diabético cuidando de si próprio.

Engraçado que, até tudo acontecer com a Manu, a impressão que eu tinha era a de que, das pessoas mais próximas a mim, só meu cunhado tinha DM. Mas o tanto de gente que descobri ser DM1 de 180 dias pra cá foi imenso.

Quando você cuida de uma criança, você dorme e acorda pensando no diabetes. Exagero? Muito provavelmente. Mas, se isso é típico de mãe, calcula se não é ainda mais para a mãe de um DM1.

A gente pensa em tudo, faz as dextros com a regularidade necessária (às vezes, até mais do que preciso), conta carboidratos, faz todos os exames com a regularidade necessária e pula de alegria com os resultados da hemoglobina glicada. Cuida de cada refeição e cerca o filho de cuidados, afastando todas as ruins possibilidades que o diabetes pode trazer no futuro.

Mas e o adulto diabético?

Ele vive de uma outra forma. Especialmente, porque ELE É O DONO DE SI MESMO e, na real, parece estar se importando pouco ou quase nada com os sentimentos e aflições de sua mãe, seu pai, sua esposa, seus filhos.

Tenho dois nomes. Um deles, apresentarei com o nome fictício de “João”.

Daniel: 36 anos, DM1 há 20.
Hoje sei a dor da minha sogra quando teve o diagnóstico de um adolescente com diabetes em casa. Meu cunhado nunca se cuidou. Sempre viveu todo errado, comendo tudo o que não devia. Contagem de carboidratos? Nunca ouviu falar, até que sua sobrinha -a minha pequena Manu – fosse diagnosticada, 20 anos depois. As insulinas, aplicadas numa quantidade fixa (sem levar em conta o que comeu ou deixou de comer) estão sendo seguidas das dextros há seis meses. Ele mesmo confessou, no dia do diagnóstico da Manu, que não fazia o monitoramento havia meses.

“João”, 37 anos, DM1 há 14 anos.
Filho de um senhor (já falecido) DM2, João tem diabetes desde os 23 anos de idade. Hoje, casado há mais de 7 anos, preocupa a esposa que o vê totalmente relapso com a doença. Desanimado com a vida e com sua situação, João sente-se sempre muito cansado e só pensa em dormir. Contagem de carboidratos? Há 4 meses ganhou um livreto com todas as orientações. Mas o que significa um livreto desses pra um DM1 que não faz dextro há meses?

O que leva esses dois homens a desistirem, a se entregarem por tantos anos? Cuidar de si mesmo é menos importante do que cuidar de um filho?

Fica aqui um alerta pro Daniel: enquanto vc se cuida de qualquer jeito, vendo a vida escorrer por entre os dedos, sua filha tá aí, louca pra crescer com o pai ao seu lado.

Fica aqui um alerta pro “João”: vc não tem os filhos que a sua esposa tanto quer. Vai fazer o quê com os sonhos dela? Enterrá-los?

E vc, adulto/jovem que chegou até aqui: se a carapuça serviu, desculpe. Mas era com você mesmo que eu estava falando.

Eco Viver

Escolher uma academia, para mim, não é algo tão simples. Sou bem criteriosa, não só em relação a qualidade das atividades e conhecimentos dos profissionais. Escolher uma academia pode ser algo mais complexo.

Ano passado, na minha busca, encontrei a Eco Fit, uma academia que abraça o conceito de sustentabilidade. E me apaixonei. Por questões de logística, não consegui frequentar no ano passado. Cheguei a fazer matrícula, levei o filhote para fazer natação, mas não rolou. Tivemos de voltar atrás e cancelar. E o pessoal foi muito bacana na hora de cancelar. Um atendimento que nunca vi em academia alguma.

Este ano, não esqueci da Eco Fit, voltei lá e insisti. Luz natural, reaproveitamento das águas da chuva e do ar condicionado nas descargas, reciclagem de óleo de cozinha… “Toda madeira usada é certificada – com origem comprovada em áreas de reflorestamento –, ou de demolição. Para aquecer as piscinas é usado um sistema de captação de energia solar. Há ainda coleta seletiva de lixo, incluindo o cuidado com o óleo de cozinha e campanhas para o recolhimento de isopor, baterias, lâmpadas e lixo eletrônico”, explica o site da academia. E tem mais: alimentos descartados pelo restaurante e refeitório vão para a composteira e o minhocário. Os clientes que preferem deixar o carro em casa contam com bicicletário no local. O trabalho é resultado dos esforços de dois irmãos Antonio e Eduardo Gandra. “Queríamos criar um lugar em que os alunos se sentissem acolhidos e com uma filosofia voltada para a sustentabilidade”, diz Antonio no site da Eco Fit.

Os funcionários também podem se beneficiar de uma gestão participativa. “Há reuniões semanais entre funcionários e todos são convidados a opinar, dar ideias e contribuir para os rumos da empresa. “Quando se fala em ecologia, logo se pensa em proteger o mico leão dourado, mas preocupação com o meio ambiente também envolve pensar nas pessoas que convivem com você”, diz Antonio, no site.

Eu me encantei com essa proposta. E com o ambiente super acolhedor. E ainda com uma área de baby care, onde você pode deixar seu filhote para fazer sua atividade.

Quer saber mais? >>> http://goo.gl/WrViyT